20 regras para uma Tipografia brilhante — Parte 1

por edraant em 22/02/2009

em Typography

A Tipo­gra­fia é um dos pila­res prin­ci­pais, senão o prin­ci­pal, do Inde­sign. Infe­liz­mente, ape­sar das suas enor­mes capa­ci­da­des, não há mui­tos a explo­rar todas as poten­ci­a­li­da­des do pro­grama, no que à Tipo­gra­fia diz res­peito.
Não espe­ci­fico dog­mas nem regras tipo­grá­fi­cas. Esta é ape­nas a minha lista.

1. A esco­lha de uma fonte

Este pri­meiro tópico é o único que é trans­ver­sal. Serve para o Inde­sign, tal como para o QuarkX­Press ou qual­quer outro pro­grama de pagi­na­ção electrónica.

A esco­lha de uma fonte é das carac­te­rís­ti­cas mais impor­tan­tes em Tipo­gra­fia. Sem me alon­gar muito (que o artigo vai ser extenso), exis­tem 3 tipos de fon­tes digitais:

  1. Fon­tes TrueType
  2. Fon­tes Type 1
  3. Fon­tes OpenType

As fon­tes Tru­eType e Type 1 fun­ci­o­nam em pla­ta­for­mas dife­ren­tes (Mac e pc). Já as fon­tes OpenType fun­ci­o­nam, com o mesmo ficheiro, em Mac e pc.

Na esco­lha de uma fonte, além dos moti­vos óbvios (x-height, ascen­den­tes e des­cen­den­tes, cor, peso, legi­bi­li­dade, etc.) é impor­tante con­si­de­rar se a famí­lia (bold, itá­lico, semi­bold…) con­tém o maior número de carac­te­res espe­ci­ais (@, ‰, ÷, …) e diacríticos (â, ã, ô, í…).

As fon­tes OpenType, desde que o cri­a­dor da fonte o con­si­dere, tem um mapa de carac­te­res que per­mite cerca de 60.000 vari­a­ções da mesma famí­lia (small caps, núme­ros de texto, expo­en­tes, índi­ces, etc.) e são, desde o seu apa­re­ci­mento, as minhas favoritas.

Nota: Nem todas as fon­tes OT têm o mapa de carac­te­res completo.

A ima­gem seguinte mos­tra os vários tipos de fontes.

O ícone ver­me­lho com um ”a” repre­senta as fon­tes Type 1.

O ícone com 2 ”t´s” repre­senta as fon­tes TrueType.

O ícone com um ”O” repre­sen­tas as fon­tes OpenType.

Neste artigo, para exem­pli­fi­car as várias regras, irei usar uma fonte OpenType, o Cha­par­ral Pro.

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2. Ker­ning

Mui­tas vezes esque­cido, o Ker­ning é fun­da­men­tal para ajus­ta­men­tos ao par entre carac­te­res. É mais usado em cor­pos grandes.

O bloco de texto do lado direito fun­ci­ona muito melhor com ker­ning per­so­na­li­zado. Repa­rem na dis­tân­cia entre o ”A” e o ”v”, na abre­vi­a­tura ”Av.”, ou no espaço entre o ‘‘1’’ e o ‘‘4’’ em ”1450. Con­se­guem iden­ti­fi­car mais 2 ker­nings apli­ca­dos neste exemplo?

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Para usar o Ker­ning no Inde­sign, posiciona-se o cur­sor entre os 2 carac­te­res que pre­ten­de­mos alte­re­rar e na Palete Con­trol, alte­ra­mos com valo­res nega­ti­vos ou positivos.

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3. Trac­king

O Trac­king per­mite um ajuste nega­tivo ou posi­tivo entre todos os carac­te­res. É o mais uti­li­zado para quando pre­tendo ”dar” mais uma linha, ou reco­lher uma linha pendurada.

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Aten­ção aos exa­ge­ros! Quanto mais pequeno o corpo, menos Trac­king se deve utilizar.

typo_5O Trac­king situa-se na Palete Con­trol, logo debaixo de Ker­ning, podendo ser inse­ri­dos valo­res nega­ti­vos ou positivos.

typo_64. Small Caps (Versaletes)

Gosto imenso de usar ver­sa­le­tes (ou Small Caps), espe­ci­al­mente quando a fonte já vem com um mapa de Small Caps pre­pa­rado para usar.

Neste exem­plo, estou a usar 3 fon­tes  dife­ren­tes: Cha­par­ral (OpenType); Cla­ren­don (type 1) e Cochin (TrueType).

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Por defeito, a altura do ver­sa­lete rela­ti­va­mente ao ver­sal (maiús­cula) é de 70%.

Nas Pre­fe­rên­cias, tab Advan­ced Type, campo Small Cap, posso espe­ci­fi­car que a altura do ver­sa­lete é de 50% da altura da versal.

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A alte­ra­ção pro­du­zida nas pre­fe­rên­cias só teve efeito na fonte Type1 e na fonte Tru­eType. Isto acon­tece por­que o Cha­par­ral Pro, sendo uma fonte OpenType, como referi, tem um mapa de carac­te­res para os Small Caps, com uma altura pró­pria, igno­rando e bem, as espe­ci­fi­ca­ções dadas no qua­dro acima.

Neste exem­plo, esta­mos perante uma alte­ra­ção arti­fi­cial do ver­sa­lete, nas fon­tes T1 e TT, o que não acon­tece com a fonte OT.

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As Small Caps encontram-se na Palete Con­trol.

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5. Jus­ti­fi­ca­ção óptica

Os tex­tos em ban­deira à esquerda, à direita ou cen­tra­dos, têm a par­ti­cu­la­ri­dade de nos dei­xar linhas pen­du­ra­das. Para evi­tar par­tir manu­al­mente as linhas que pre­tendo, uso um comando (tam­bém esque­cido) cha­mado Balance Rag­ged Lines. Este comando per­mite opti­mi­zar a lar­gura de cada linha, tor­nando o texto final mais agra­dá­vel à leitura.

Do lado esquerdo, sem Rag­ged Lines, do lado direito com Rag­ged Lines. Repa­rem que não foi dado nenhum retorno manual a seguir à pala­vra ”ad’.

typo_11O Balance Rag­ged Line encontra-se no fim da Palete Con­trol, num sub-menu, e só se encon­tra activo com o texto ou a fer­ra­menta de texto seleccionada.

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6. Lin­gua­gem nativa

Num texto em fran­cês, é natu­ral que use os parâ­me­tros de com­po­si­ção para o fran­cês, o mesmo acon­tece para o hún­garo ou para outras línguas.

Por defeito, o Inde­sign apre­senta a lín­gua inglesa (for­mato English: USA) para o texto a tra­tar. Devo sem­pre acti­var a lín­gua nativa no texto.

Na ima­gem a seguir do lado esquerdo, lín­gua por­tu­guesa, do lado direito, em turco.

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A lín­gua encontra-se na Palete Con­trol, debaixo dos Cha­rac­ter Styles.

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7. Após­tro­fos e comas

Numa herança vinda das máqui­nas de escre­ver, os após­tro­fos e comas vie­ram inun­dar os tex­tos com má tipo­gra­fia. No exem­plo abaixo, a pri­meira pala­vra usa comas tipo­grá­fi­cas, usando o dese­nho real feito pelo cri­a­dor da fonte; a segunda pala­vra usa uma ver­são falsa do mesmo caracter.

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Para activar/inactivar as comas tipo­grá­fi­cas, Pre­fe­rên­cias, tab Type.

Ao assi­na­lar a check­box Use Typographer’s Quo­tes, as comas serão reais. Ao des­sas­si­na­lar, as comas serão arti­fi­ci­ais. Posso acti­var ou desac­ti­var esta fun­ção ao longo da cons­tru­ção do meu documento.

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8. Liga­du­ras

Remon­tando à época medi­e­val, caindo em desuso no século XX, mas vol­tando em força no prin­cí­pio deste século, as liga­du­ras foram cri­a­das aquando da jun­ção de 2 ou mais carac­te­res que, iso­la­da­mente não fun­ci­o­na­riam tipo­gra­fi­ca­mente. Nem todas as fon­tes têm a opção de liga­du­ras. Mais uma vez, a Cha­par­ral Pro, tem no seu mapa de carac­te­res, estas ligaduras.

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Para acti­var ou inac­ti­vas a liga­du­ras, no fim da Palete Con­trol, sub-menu, Ligatures.

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9. Espa­ços indi­vi­sí­veis

Não se deve de forma nenhuma par­tir 3 mg, ou 6 Kg ou 200 mm.

Para isso, exis­tem os espa­ços indi­vi­sí­veis, que me per­mi­tem agar­rar o número à abreviatura.

No exem­plo abaixo, inseri um espaço indi­vi­sí­vel, mas fle­xí­vel. Se forem dema­si­a­dos, nada que um GREP não resolva.

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Os espa­ços indi­vi­sí­veis encontram-se no Menu Type > Insert White Space > Non­bre­a­king Space.

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10. Dici­o­ná­rio

Não pre­ciso de me alon­gar muito neste tópico. Um bom dici­o­ná­rio vai-se cons­truíndo, por vezes durante anos. Não faz sen­tido não adi­ci­o­nar ao dici­o­ná­rio a pala­vra hortelã-pimenta, quando o meu tra­ba­lho é pagi­nar livros sobre ervas medicinais.

Para con­fi­gu­rar o dici­o­ná­rio na lín­gua que pre­tendo, Pre­fe­rên­cias > Dictionary.

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Para o usar, menu Edit > Spel­ling > Dictionary.

É neste qua­dro que posso adi­ci­o­nar pala­vras ao dici­o­ná­rio, assim como o modo de hifenizá-las.

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Boas regras.

{ 15 comentários… lê-los a seguir ou adicionar um }

1 Ângela Rodrigues 21/03/2009 ás 22:48

Caro Edu­ardo,
Venho hoje par­ti­lhar uma dúvida que me sur­giu em rela­ção ao uso do dici­o­ná­rio (e tam­bém algu­mas con­clu­sões): ocorreu-me que se vamos cons­truindo o dici­o­ná­rio à medida que vamos adi­ci­o­nando excep­ções de hife­ni­za­ção, será que os docu­men­tos que já exis­tem ficam tam­bém afec­ta­dos?
Mas depois fui fazer algu­mas expe­ri­ên­cias e veri­fi­quei que nas pre­fe­rên­cias de cada docu­mento, está pre­de­fi­nido para as excep­ções de hife­ni­za­ção “User Dic­ti­o­nary and Docu­ment”. Daí que pre­sumi que as entra­das que vamos intro­du­zindo, afec­tam de ime­di­ato o docu­mento que esta­mos a usar, mas os docu­men­tos já exis­ten­tes mantêm-se inal­te­ra­dos.
Expe­ri­men­tei dupli­car um docu­mento, intro­du­zir uma excep­ção de hife­ni­za­ção para uma dada pala­vra, con­tra­ri­ando a forma como a pala­vra estava ori­gi­nal­mente par­tida.
Gra­vei esse docu­mento e depois abri a cópia. A pala­vra estava par­tida da mesma forma (ori­gi­nal), o que sig­ni­fica que este ficheiro não foi afec­tado pela alte­ra­ção intro­du­zida no dici­o­ná­rio no outro docu­mento. Depois, fui às Pre­fe­rên­cias, no sepa­ra­dor “Dic­ti­o­nary”, na sec­ção “Hyphe­na­tion Excep­ti­ons”, à frente de “Com­pose Using”, esco­lhi a opção “User Dic­ti­o­nary”. E aí veri­fi­quei que a hife­ni­za­ção da “tal” pala­vra se alte­rou, de acordo com o dici­o­ná­rio “geral” (User).
Daqui, deduzi então que as excep­ções intro­du­zi­das, vão valer para os docu­men­tos novos, e que os anti­gos se man­têm inal­te­ra­dos (feliz­mente!), a menos que nas excep­ções alte­re­mos a opção para “User Dic­ti­o­nary”.
Apro­veito para lem­brar que pode­re­mos criar dici­o­ná­rios novos (por exem­plo, para ter­mos espe­cí­fi­cos de medi­cina, enge­nha­ria, etc.) tam­bém nas pre­fe­rên­cias.
E peço-te que me cor­ri­jas se alguma das coi­sas que disse acima esti­ver incor­recta.
Obrigada!

2 edraant 22/03/2009 ás 17:35

Ângela,
Sobre este assunto, de cer­teza que sabes muito mais do que eu. Ape­sar de o usar com alguma regu­la­ri­dade, nunca tive tempo para me sen­tar e criar algo a par­tir do prin­cí­pio, coisa que me faria grande falta no tipo de tra­ba­lho que faço.
Obvi­a­mente, não deve haver nada a cor­ri­gir :)
Obri­gado eu!

3 Pedro Oliveira 31/03/2009 ás 02:29

Olá
Exce­lente site, sou um ama­dor do indesign.

Uma per­gunta:

Num texto não jus­ti­fi­cado julgo ser errado hifenizar.

Cum­pri­men­tos

4 edraant 31/03/2009 ás 06:45

Olá Pedro,

Ver­dade. Os tex­tos ali­nha­dos à esquerda, cen­tro e direita não devem hife­ni­zar. Isso não quer dizer que não se faça, essen­ci­al­mente por uma ques­tão de espaço, basta folhear algu­mas revis­tas e esta regra não é con­si­de­rada.
Obri­gado e um abraço.

5 Pedro Oliveira 31/03/2009 ás 18:27

Fiquei fã do blog, e espero sin­ce­ra­mente que tenha con­ti­nui­dade, já o li todo.
Quanto à hife­ni­za­ção, é ver­dade que as revis­tas têm imen­sos casos des­ses, mas pronto, lendo os clás­si­cos da tipo­gra­fia, Robert Bringhurst, ou o Ruari McLean, vemos que o génio deles vinha ao de cima ao valo­ri­za­rem esses peque­nos deta­lhes, o que me deixa sem­pre fas­ci­nado, mas por exem­plo já não passo horas de volta de uma fonte, são gostos!

Cum­pri­men­tos, e obri­gado pela paciencia

6 edraant 31/03/2009 ás 18:34

Viva Pedro,
Quanto à con­ti­nui­dade, depende de duas coi­sas: da minha dis­po­ni­bi­li­dade (vai sendo alguma) e do feed­back (para falar ver­dade, espe­rava mais, basta olhar para o número de comen­tá­rios…).
Rela­ti­va­mente ao Bringhurst (que livro notá­vel!), está lá tudo o que pre­ci­sa­mos e não pre­ci­sa­mos. Quanto à fonte, estou de acordo con­sigo: o Cha­par­ral Pro cobre 60% das minhas neces­si­da­des, o resto é esco­lher de um grupo de boas fon­tes que fun­ci­o­nem.
Abraço

7 Patricia Clemente 05/09/2009 ás 12:55

Obri­gada, Ângela Rodri­gues
pelo link http://www.incunabulo.com…
Agora, PARABÉNS ao Edu­ardo:
Pai­xão pela Tipo­gra­fia = exce­lente trablho…

Con­ti­nue… e obrigado

Até breve

Patrí­cia Clemente

8 Ana Moreno 03/01/2010 ás 17:21

PARABÉNS!! Exce­lente site!

9 josé mário silva 20/02/2010 ás 19:04

Olá!
Aces­sei hoje o Incu­na­bulo e fiquei muito bem impres­si­o­nado com o seu con­teúdo. Fan­tás­tico! Virei fã…
Que­ria ape­nas saber uma coisa, já que sou leigo em Inde­sign: ele pos­sui, como o Page­Ma­ker, a fun­ção de colar tex­tos em “fluxo auto­má­tico”, ou “semi-automático”? Ou a cola­gem de tex­tos se faz ape­nas manu­al­mente?
Grato!
Zé Mário
cidade de Cara­gua­ta­tuba, Estado de São Paulo, Brasil.

10 edraant 21/02/2010 ás 18:58

Olá Mário,
Que eu saiba, a cola­gem é manual, eu nem sabia que o Page­Ma­ker tinha essa fea­ture :)
Abraço!

11 Marcelo Pereira 10/07/2010 ás 14:41

Para­béns! Qui­sera eu que todos os que se dizem desig­ners ou pro­du­to­res grá­fi­cos, per­des­sem alguns minu­tos par ler esses arti­gos escla­re­ce­do­res sobre a área gráfica/editorial e design. Have­ria uma con­si­de­rá­vel dimi­nui­ção do lixo gráfico/tipográfico que inva­diu o mundo com a che­gada dos softwa­res gráficos.

Mar­celo
Ana­lista grá­fi­cos digital

12 Rui Pedro 25/03/2011 ás 17:28

Para­béns pelo Site e pelas dicas,
têm sido muito úteis para mim que sou um pagi­na­dor nas horas vagas.

Rui Pedro

13 Gilmar Coimbra 03/08/2011 ás 09:28

Mui­tos elo­gios “ras­ga­dos” para você e teu site/blog, e com razão.

Não tive tempo de ler muita coisa aqui ainda, mas farei isso.

Como disse o Pedro aqui acima, é, de fato, impres­si­o­nante a quan­ti­dade e a qua­li­dade dos posts esclarecedores.

Para­béns, mesmo!

14 negozio tiffany 23/12/2011 ás 18:42

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15 replica prezzi 03/01/2012 ás 13:53

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