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	<title>Incunábulo &#187; Exportação</title>
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	<description>more InDesign, some Typography</description>
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		<title>Virtudes e desvantagens das exportações interactivas</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 20:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Flash]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[CS5]]></category>

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		<description><![CDATA[ Bom, é certo que o CS5 está aí, com uma grande dose de interactividade. No entanto é importante saber qual o produto final (PDF interactivo, SWF ou Flash) para saber ser vale realmente a pena construir tal coisa no InDesign.
Nesta versão, ao inserir um vídeo, é possível exportar para PDF interactivo e SWF (browser), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: justify;"><span class="drop_cap">B</span>om, é certo que o CS5 está aí, com uma grande dose de interactividade. No entanto é importante saber qual o produto final (PDF interactivo, SWF ou Flash) para saber ser vale realmente a pena construir tal coisa no InDesign.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5159"></span>Nesta versão, ao inserir um vídeo, é possível exportar para PDF interactivo e SWF (browser), mas não em Flash. O que aparece é apenas um <strong>bitmap </strong>no Flash. O mesmo acontece para os sons usados no InDesign.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5161" title="exportar_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/05/exportar_2.png" alt="exportar_2" width="279" height="115" /></p>
<p style="text-align: justify;">Já as <strong>Animations </strong>e os <strong>States</strong> têm comportamentos análogos ao vídeo e som: funcionam perfeitamente em Flash e SWF e não nos PDF’s interactivos.</p>
<p style="text-align: justify;">O único formato que funciona e é transversal aos 3 tipos de exportação é o SWF.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5162" title="exportar_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/05/exportar_11.png" alt="exportar_1" width="455" height="141" /></p>
<p style="text-align: justify;">Boas exportações.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>6 formas de criar PDFs</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2010/04/25/6-formas-de-criar-pdfs/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 15:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ É sempre o assunto mais pesquisado por aqui. Reduzir PDF’s, e a melhor forma de os fazer. Existem naturalmente mais do que seis formas de o realizar, mas estas são aquelas que realmente podem fazer a diferença entre um trabalho impresso e um trabalho para o lixo.
Uma regra fundamental é: com que tipo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: justify;"><span class="drop_cap">É</span> sempre o assunto mais pesquisado por aqui. Reduzir PDF’s, e a melhor forma de os fazer. Existem naturalmente mais do que seis formas de o realizar, mas estas são aquelas que realmente podem fazer a diferença entre um trabalho impresso e um trabalho para o lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma regra fundamental é: com que tipo de gráfica estamos a trabalhar? Uma que investe na sua tecnologia, mantendo-se actualizada, ou aquela que “parou” há 10 anos atrás e em que cada PDF que recebe é uma dor de cabeça para ela própria e, consequentemente, para nós?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5051"></span>Existem dois procedimentos a saber para a criação do PFD: <strong>live transparency</strong> e<strong> flattened transparency.</strong> Se o RIP da gráfica tem implementado, por exemplo, o software <strong>Adobe PDF Print Engine, </strong>então é o primeiro procedimento. Se a gráfica tem um RIP mais antigo que não suporta a conversão de transparência, o ideal é criar o PDF com <em>flattened transparency.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Este documento tem uma foto (com 92 Mb) a ocupar 2 páginas e a caixa de texto contém transparência. Na imagem mais pequena (14 Mb) foi aplicado um <em>Drop Shadow. </em>Tem ainda objectos transparentes, simulando ondas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5055" title="5_PDF_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_1.png" alt="5_PDF_1" width="432" height="305" /></p>
<p style="text-align: justify;">É no <strong>Menu File &gt; Export </strong>(escolhendo o formato <strong>Adobe PDF</strong>) que se cria o PDF, com as respectivas opções.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">1ª FORMA: HIGH QUALITY PRINT</span></h5>
<p style="text-align: justify;">A primeira opção está logo em primeiro no <em>pop-up </em><strong>Adobe PDF Preset.</strong> Independentemente das marcas de corte, <em>bleeds</em> e perfis de cor, é na <em>tab</em> <strong>Compression</strong> que é definido o tamanho final do PDF.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, e já por defeito, as imagens do documento são comprimidas para .jpg com a sua qualidade máxima e está previsto um <em>Downsampling</em> de todas a imagens acima de 450 ppi, para a resolução de 300 ppi.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened Transparency:</em><strong> Não. </strong><em>Tamanho do ficheiro:</em><strong> 9 Mb </strong><em>Compressão:</em><strong> Sim<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5057" title="5_PDF_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_2.png" alt="5_PDF_2" width="471" height="423" /></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">2ª FORMA:  HIGH QUALITY PRINT (MODIFIED)<br />
</span></h5>
<p style="text-align: justify;">É este o famoso formato “alta resolução” que muitos de nós utilizam, eu incluído. Ao não assinalar qualquer tipo de compressão, as imagens mantêm a sua qualidade original, criando um PDF por vezes gigantesco.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened  Transparency:</em><strong> Não. </strong><em>Tamanho do ficheiro:</em><strong> 107 Mb </strong><em>Compressão: </em><strong>Não</strong><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5063" title="5_PDF_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_3.png" alt="5_PDF_3" width="444" height="398" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="note">Abro aqui um parêntesis para explicar o que me aconteceu recentemente no fecho de uma revista.<br />
Como devem saber, o dia de fecho é sempre caótico, com bastantes alterações, e o tempo a passar mais depressa do que se deseja.<br />
A Agência de publicidade tinha enviado 4 fotos com bastante qualidade (cerca de 100 Mb cada uma) para um artigo de 8 páginas. Ficaram todas muito bem e a criação do PDF (modo Modified) decorreu sem problemas.<br />
Estas 4 fotos repetiam-se no sumário nas páginas iniciais. Como o tempo voava, coloquei as 4 fotos, reduzidas a 10% do seu tamanho e criei o PDF.  Depois de alguns erros de memória, um ou outro restart à máquina o resultado foi um PDF de apenas uma página com 450 Mb! Não é por se reduzir o tamanho da foto no InDesign que esta vai ficar mais pequena. O que eu devia ter feito era abrir estas imagens no Photoshop e reduzi-las para o tamanho pretendido. Como nem isso fiz, resolvi o problema de outra forma: <strong>PDF/X.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que é o PDF/X? É como um certificado ISO. Ao exportar neste formato, estou a usar os parâmetros para a (boa) criação de um PDF definidos pela Adobe.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">3ª FORMA: PDF/X-1a:2001<br />
</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Este formato é baseado no PDF1.3, sendo compatível com o Acrobat 4 e é usado em ambientes que  não fazem gestão de cor. Mantém as cores directas (spot) e todas as cores RGB são convertidas para CMYK.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened   Transparency:</em><strong> Sim. </strong><em>Tamanho do ficheiro:</em><strong> 14 Mb </strong><em>Compressão:</em><strong> Sim.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5065" title="5_PDF_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_4.png" alt="5_PDF_4" width="444" height="398" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na criação do PDF, somos informados da utilização do <em>flattened</em> nas transparências.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5066" title="5_PDF_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_5.png" alt="5_PDF_5" width="427" height="121" /></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">4ª FORMA:  PDF/X-3:2002<br />
</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Um formato mais recente que o X1a, também baseado no formato PDF 1.3. Existe a criação de <em> flattened</em> mas não há lugar à conversão de cor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened   Transparency:</em><strong> Sim. </strong><em>Tamanho do ficheiro:</em><strong> 14 Mb </strong><em>Compressão:</em><strong> Sim.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5067" title="5_PDF_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_6.png" alt="5_PDF_6" width="444" height="399" /></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">5ª FORMA:   PDF/X-4:2008<br />
</span></h5>
<p style="text-align: justify;">O formato PDF/X mais recente, desta vez baseado em PDF 1.4 da versão Acrobat 5. Permite a gestão de cor e não realiza o <em>flattened</em> durante a exportação. É o ideal para gráficas que utilizam RIP’s com a tecnologia <strong>Adobe PDF Print Engine.</strong> Para mim é o melhor formato entre todos os apresentados aqui.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened   Transparency:</em><strong> Não. </strong><em>Tamanho  do ficheiro:</em><strong> 9 Mb </strong><em>Compressão:</em><strong> Sim.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5068" title="5_PDF_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_7.png" alt="5_PDF_7" width="425" height="382" /></p>
<h5 style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">6ª FORMA: SMALLEST FILE SIZE<br />
</span></h5>
<p style="text-align: justify;">Este é, definitivamente, um não-formato. Com compressões enormes e uma redução significativa da qualidade, este formato serve “apenas” para gerar PDF’s que poderão ser enviados por mail ou para colocar online.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Flattened   Transparency:</em><strong> Sim. </strong><em>Tamanho  do ficheiro:</em><strong> 250 Kb </strong><em>Compressão:</em><strong> Sim.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-5069" title="5_PDF_8" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/04/5_PDF_8.png" alt="5_PDF_8" width="425" height="382" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: </strong>o diálogo com a gráfica é fundamental, mas estarmos preparados para gerar PDF’s de diversas formas, entendendo o seu comportamento na gestão de cor, flattener, etc. é tão importante quanto isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons PDF’s.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Uma adenda à guerra dos e-books</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2010/02/11/uma-adenda-a-guerra-dos-e-books/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2010/02/11/uma-adenda-a-guerra-dos-e-books/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 21:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ Tinha eu escrito no último post: “Uma nota: expe­ri­men­tei com ima­gens no meio do docu­mento e fica­ram todas no final do mesmo. Tal­vez o soft­ware ainda não este­ja tão desen­vol­vido para uma lei­tura inte­gral de um e-book com imagens”.
Bom, um leitor atento e dedicado como é o caso de Esper Leon respondeu-me por mail:

A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: justify;"><span class="drop_cap">T</span>inha eu escrito no último post: “Uma nota: expe­ri­men­tei com ima­gens no meio do docu­mento e fica­ram todas no final do mesmo. Tal­vez o soft­ware ainda não este­ja tão desen­vol­vido para uma lei­tura inte­gral de um e-book com imagens”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4298"></span>Bom, um leitor atento e dedicado como é o caso de Esper Leon respondeu-me por mail:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p class="note" style="text-align: justify;">A criação/adaptação de e-books é um assunto que muito me interessa e em uma das pesquisas que eu fiz a respeito do assunto, descobri que (diferente dos livros que serão impressos, onde as imagens podem ser incluídas sem muitas regras) as imagens para e-books devem estar ancoradas; assim você poderá, por exemplo, deixá-las centralizadas em relação à tela de leitura. Veja o exemplo, muito simples, que eu anexei.<br />
Abraço grande do amigo brasileiro.<br />
<em>Esper Leon</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-4300" title="ebook_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/02/ebook_4.png" alt="ebook_4" width="426" height="351" /></p>
<p style="text-align: justify;">Leon, um grande abraço e obrigado!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A guerra dos e-books</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2010/02/09/a-guerra-dos-e-books/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ A Amazon, com o seu Kindle, detém grande parte do mercado dos e-books. E as coisas poderiam continuar muito sossegadas se a Apple não tivesse apresentado no final de Janeiro o iPad, que à primeira vista parece um iPhone maior, mas com a particularidade de ler e-books.
O InDesign é uma das melhores armas desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: justify;"><span class="drop_cap">A</span> Amazon, com o seu <a href="http://www.amazon.com/gp/product/B000FI73MA/ref=s9_simh_gw_p349_t1?pf_rd_m=ATVPDKIKX0DER&amp;pf_rd_s=center-1&amp;pf_rd_r=0SBSFC4A4NPEGV481JMM&amp;pf_rd_t=101&amp;pf_rd_p=51471022&amp;pf_rd_i=507846" target="_blank">Kindle</a>, detém grande parte do mercado dos e-books. E as coisas poderiam continuar muito sossegadas se a Apple não tivesse apresentado no final de Janeiro o <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">iPad</a>, que à primeira vista parece um iPhone maior, mas com a particularidade de ler e-books.</p>
<p style="text-align: justify;">O InDesign é uma das melhores armas desta guerra, já que é possível criar e-books desde a versão CS3.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4288"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Menu File &gt; Export for Digital Editions.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O quadro apresentado permite várias opções, desde especificar <em>Table of Contents, </em>até à compressão das imagens, passando pela possibilidade de embeber as fontes, se tal for permitido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-4290" title="ebook_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/02/ebook_1.png" alt="ebook_1" width="439" height="329" /></p>
<p style="text-align: justify;">E está criado o ficheiro e-book. O ícone do ficheiro pode não ser necessariamente este.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-4291" title="ebook_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/02/ebook_2.png" alt="ebook_2" width="137" height="94" /></p>
<p style="text-align: justify;">Existem vários leitores de e-books que permitem testar a versão final. Neste caso usei uma aplicação<em> Air</em> da Adobe, chamada <strong>Adobe Digital Editions,</strong> que pode ser descarregada <a href="http://www.adobe.com/products/digitaleditions/?autoPrompt=true" target="_blank">aqui</a> (necessitam de ter conta na Adobe, que poderão criar na altura).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma nota:</strong> experimentei com imagens no meio do documento e ficaram todas no final do mesmo. Talvez o software ainda não estejam tão desenvolvido para uma leitura integral de um e-book com imagens.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-4292" title="ebook_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2010/02/ebook_3.png" alt="ebook_3" width="465" height="413" /></p>
<p>Bons e-books.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conversão virtual das cores RGB em CMYK</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/12/01/conversao-virtual-das-cores-rgb-em-cmyk/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 20:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cor]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Swatches]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ Não são precisos grandes alongamentos sobre o CMYK e o RGB, pelo menos neste post. Para garantir que o documento de Indesign exporte todas as cores em CMYK, independentemente dos Color Spaces que possuam na Palete Swatches, há uma forma bastante rápida de ultrapassar o problema.
Num exercício simples, na caixa verde apresentada foi aplicada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: justify;"><span class="drop_cap">N</span>ão são precisos grandes alongamentos sobre o CMYK e o RGB, pelo menos neste post. Para garantir que o documento de Indesign exporte todas as cores em CMYK, independentemente dos C<em>olor Space</em>s que possuam na Palete Swatches, há uma forma bastante rápida de ultrapassar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3865"></span>Num exercício simples, na caixa verde apresentada foi aplicada uma cor RGB, identificada pelo seu <em>Color Space </em>na Palete Swatches.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-3866" title="rgb_cmyk_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/12/rgb_cmyk_1.png" alt="rgb_cmyk_1" width="406" height="416" /></p>
<p style="text-align: justify;">É possível, aquando da exportação em PDF, de especificar essa conversão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Menu File &gt; Export &gt;PDF.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na <em>Tab</em> <strong>Output,</strong> existem dois <em>pop-ups</em> que resolvem o problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Color Conversion:</strong> <strong>Convert to Destination.</strong> Este <em>pop-up</em> converte todas as cores do documento (RGB ou CMYK) para o <em>Color Space </em>de destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse <em>Color Space</em> é, neste caso, o <strong>Coated FOGRA27,</strong> perfil de cor que costumo usar para visualizar os documentos em CMYK.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, escolhe-se no <em>pop-up</em> <strong>Destination</strong> o perfil <strong>Working CMYK — Coated FOGRA27.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-3867" title="rgb_cmyk_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/12/rgb_cmyk_2.png" alt="rgb_cmyk_2" width="472" height="423" /></p>
<p style="text-align: justify;">No <strong>Acrobat Pro</strong> é possível visualizar se a conversão está correcta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-3868" title="rgb_cmyk_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/12/rgb_cmyk_3.png" alt="rgb_cmyk_3" width="437" height="444" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: </strong>este não é necessariamente o procedimento correcto, é apenas uma forma mais rápida da conversão de cores, já que no documento original de Indesign as cores continuam em RGB.</p>
<p>Boas conversões.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inserir vídeos no Indesign</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/06/23/inserir-videos-no-indesign/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/06/23/inserir-videos-no-indesign/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.incunabulo.com/?p=2715</guid>
		<description><![CDATA[ Certamente que o Indesign não é o After Effects e não permite a edição de vídeo. Mas tal como os buttons, sons e hyperlinks, é possível inserir vídeos para serem visualizados mais tarde num PDF.
Um vídeo é colocado no Indesign da mesma forma que se coloca texto ou imagem: Menu File &#62; Place.
A diferença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p style="text-align: left;"><span class="drop_cap">C</span>ertamente que o Indesign não é o After Effects e não permite a edição de vídeo. Mas tal como os buttons, sons e hyperlinks, é possível inserir vídeos para serem visualizados mais tarde num PDF.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-2715"></span>Um vídeo é colocado no Indesign da mesma forma que se coloca texto ou imagem: <strong>Menu File &gt; Place.</strong></p>
<p style="text-align: left;">A diferença para as imagens prende-se com a inserção de um ícone no canto superior esquerdo e com o nome do filme.  Os formatos aceites são, essencialmente, <strong>.MOV</strong> e <strong>.AVI.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong> <img class="aligncenter frame size-full wp-image-2716" title="movie_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_1.png" alt="movie_1" width="449" height="378" /> É altura de editar os parâmetros que se pretendem ver no PDF.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Menu Object &gt; Interactive &gt; Movie Options,</strong> ou em alternativa, 2 clicks em cima do vídeo.</p>
<p style="text-align: left;">No quadro que se apresenta, convém ter presente alguns aspectos.  <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Source: </strong>é onde se escolhe a localização do vídeo. Posso especificar um servidor onde se encontra alojado o vídeo (<em>Specify a URL</em>), escolher outro vídeo (<em>Choose a File</em>) e embeber o vídeo no PDF (<em>Embed Movie in PDF</em>).  Esta última opção deve ser sempre assinalada, já que se copiar o PDF final para outra pasta ou computador, o PDF perde o link do vídeo se não o embebermos.</p>
<p style="text-align: left;">No campo <strong>Options,</strong> mais algumas considerações:  <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Poster –</strong> Além de<em> None</em> (caixa vazia), <em>Standard</em> (apenas um ícone), <em>Default Poster </em>(1ª frame do vídeo), <em>Choose Image as Poster</em> (qualquer imagem), existe a opção <em><strong>Choose Movie Frame as Poster.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong></strong></em> <img class="aligncenter frame size-full wp-image-2717" title="movie_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_2.png" alt="movie_2" width="470" height="446" /></p>
<p style="text-align: left;">Esta opção vai abrir uma nova janela, em que se pode escolher qualquer frame do vídeo que ficará por defeito quando se abrir o PDF.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2718" title="movie_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_3.png" alt="movie_3" width="431" height="325" /></p>
<p style="text-align: left;">Por fim as 3 considerações finais:  <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Play on Page Turn –</strong> O vídeo começará automaticamente a correr quando se chama a página no PDF.  <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Show Controller During Play –</strong> É conveniente assinalar, assim sempre se pode controlar a pausa e o andamento do vídeo.  <strong></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Floating Window –</strong> O vídeo será apresentado no Acrobat numa nova janela, independente do PDF.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2719" title="movie_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_4.png" alt="movie_4" width="470" height="450" /></p>
<p>Depois, é exportar em PDF, <strong>Menu File &gt; Export,</strong> não esquecendo de assinalar <strong>Interactive Elements,</strong> na <em>Tab</em> <strong>General.</strong> Ao abrir o PDF no Acrobat, a primeira frame do vídeo é a que foi escolhida.  <img class="aligncenter frame size-full wp-image-2720" title="movie_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_5.png" alt="movie_5" width="435" height="375" /> E ao passar o rato por cima do vídeo, aparecem os comandos de controlo do vídeo, tal como foram pedidos.  <img class="aligncenter frame size-full wp-image-2721" title="movie_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/06/movie_6.png" alt="movie_6" width="455" height="406" /> <strong>Notas finais:</strong> Não façam um crop da frame do vídeo no Indesign. Pode dar problemas na visualização. Também não convém ter objectos por cima do vídeo, já que no PDF, vai passá-los para trás.  Bons vídeos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Imagens embebidas e exportadas</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/04/26/imagens-embebidas/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 20:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ Ao escrever o texto anterior, lembrei-me da grande possibilidade que a versão CS4 do Indesign tem relativamente a poder embeber imagens dentro do documento. Melhor ainda: era bom que as imagens embebidas pudessem estar posteriormente disponíveis no disco, como se fossem exportadas, não era?
No exemplo apresentado, as 2 imagens foram colocadas através do comando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">A</span>o escrever o texto anterior, lembrei-me da grande possibilidade que a versão CS4 do Indesign tem relativamente a poder embeber imagens dentro do documento. Melhor ainda: era bom que as imagens embebidas pudessem estar posteriormente disponíveis no disco, como se fossem exportadas, não era?</p>
<p><span id="more-2183"></span>No exemplo apresentado, as 2 imagens foram colocadas através do comando <strong>Place.</strong> A Palete Links (<span style="color: #ff6600;">Cmd + Shift + D</span>) mostra que as imagens estão na página 1 e o pequeno triângulo no canto inferior esquerdo da Palete informa que existem 2 links, referentes às 2 imagens.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2184" title="embebed_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/embebed_1.png" alt="embebed_1" width="400" height="459" /></p>
<p>Para fazer com que as imagens deixem de estar ligadas ao disco e embebê-las no documento, selecciono a imagem e no <em>sub-menu</em> da Palete Links, escolho <strong>Embed Link.</strong> Faço o mesmo para a segunda imagem ou carrego em <span style="color: #ff6600;">Shift </span>para seleccionar várias imagens.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2185" title="embebed_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/embebed_2.png" alt="embebed_2" width="370" height="182" /></p>
<p>O ícone que aparece entre o nome da imagem e o número de página indica que as imagens estão agora embebidas no documento.</p>
<blockquote><p>Um documento com imagens embebidas fica com um tamanho muito superior a um documento sem imagens embebidas.</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2186" title="embebed_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/embebed_3.png" alt="embebed_3" width="212" height="164" /></p>
<p>O processo contrário também é possível no Indesign. O documento que agora tem imagens embebidas permite que as relinque no disco. Seleccionando de novo as imagens e no <em>sub-menu,</em> escolher <strong>Unmbed Link.</strong></p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2187" title="embebed_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/embebed_4.png" alt="embebed_4" width="370" height="165" /></p>
<p>Após esta operação aparece este quadro. O que é que isto significa? Que uma das grandes dores de cabeça dos arte-finalistas acabou.</p>
<p>Se clicar em <strong>Yes,</strong> o Indesign vai relincar a imagem embebida ao ficheiro original que está no disco (se existir).</p>
<p>Ao clicar em <strong>No,</strong> o Indesign vai criar uma imagem no disco da imagem embebida, permitindo editá-la e manipulá-la.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2188" title="embebed_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/embebed_5.png" alt="embebed_5" width="473" height="153" /></p>
<p>Uma grande, grande <em>feature </em>do Indesign!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Isto não faz #4 — PDF’s dentro de PDF’s</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/04/19/isto-nao-faz-4-%e2%80%94-pdfs-dentro-de-pdfs/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 15:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Scripts]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Sergio Salles anda com um problema às voltas sobre Books, PDF’s e altas e baixas resoluções. Podem ler o princípio da conversa aqui.
É incrível o que posso fazer com esse script! Mas, minha alegria não durou muito, pois percebi que, ao exportar para .pdf em High Quality Print e depois importar para o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">O</span> Sergio Salles anda com um problema às voltas sobre Books, PDF’s e altas e baixas resoluções. Podem ler o princípio da conversa <a href="http://www.incunabulo.com/2009/03/08/criar-e-gerir-um-book-conceitos-organizacao-funcoes-e-produtividade/comment-page-1/#comment-790" target="_blank">aqui</a>.</p>
<blockquote><p>É incrível o que posso fazer com esse script! Mas, minha alegria não durou muito, pois percebi que, ao exportar para .pdf em High Quality Print e depois importar para o InDesign, perco em qualidade/resolução gráfica… Tentei usar a impressão para .pdf via outros conversores (p.ex., FoxItPDF), mas o resultado final com o uso do script ainda é bem inferior ao arquivo original do InDesign. A menos, que eu não esteja sabendo como exportar/importar com qualidade.<br />
Forte abraço,<br />
Sergio</p></blockquote>
<p><span id="more-2105"></span>Desconheço quais os procedimentos que o Sergio está a usar para importar e exportar com qualidade. Neste texto procuro demonstrar que não há perca de qualidade quando se importa um PDF para dentro do Indesign e se exporta de novo em PDF, com ou sem <em>script.</em> Para uma melhor compreensão da coisa, ler o texto <a href="http://www.incunabulo.com/2009/02/24/%E2%80%9Cisto-nao-faz%E2%80%9D-2-%E2%80%94-pdf-vs-postscript/" target="_blank">PDF vs Postscript</a>.</p>
<p>Vamos lá ao que interessa.</p>
<p>Vou inserir uma imagem, no formato A4 dentro de uma página de Indesign. Tem a resolução de 300 ppi e um tamanho de cerca de 42 Mb.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2108" title="pdf_pdf_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_1.png" alt="pdf_pdf_1" width="452" height="357" /></p>
<p>Coloco a imagem no Indesign e acrescento um pequeno texto. É esta a página que vou exportar em PDF.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2109" title="pdf_pdf_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_4.png" alt="pdf_pdf_4" width="384" height="533" /></p>
<p>O tamanho do documento de Indesign é de 1,2 Mb.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2110" title="pdf_pdf_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_2.png" alt="pdf_pdf_2" width="264" height="259" /></p>
<p>Ao exportar em PDF, retiro toda a compressão que possa reduzir o tamanho do PDF.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2112" title="pdf_pdf_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_7.png" alt="pdf_pdf_7" width="471" height="424" /></p>
<p>O PDF criado a partir do Indesign tem 42 Mb.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2111" title="pdf_pdf_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_3.png" alt="pdf_pdf_3" width="264" height="262" /></p>
<p>Esta imagem mostra a insercção do PDF numa nova página de Indesign.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2113" title="pdf_pdf_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_5.png" alt="pdf_pdf_5" width="394" height="540" /></p>
<p>Ao exportar de novo a página para PDF, usando os mesmos parâmetros, o ficheiro PDF mantém o mesmo tamanho.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2114" title="pdf_pdf_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_6.png" alt="pdf_pdf_6" width="264" height="261" /></p>
<p>Esta operação pode ser realizada com ou sem recurso ao <em>script </em><strong>PlaceMultipagePDF.applescript.</strong></p>
<p><strong>Uma última nota:</strong> quando o Sergio escreve que  “<em>depois importar para o InDesign, perco em qualidade/resolução gráfica…</em>” lembrei-me se o seu Indesign não terá por defeito a visualização do documento em <strong>Fast</strong> ou <strong>Typical Display.</strong> Ao escolher <strong>High Quality Display</strong>, o Indesign mostra a alta resolução no ecrã. Este comando está no <strong>Menu View &gt; Display Performance.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2115" title="pdf_pdf_8" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/pdf_pdf_8.png" alt="pdf_pdf_8" width="426" height="60" /></p>
<p><strong>Conclusão:</strong> Pelo que percebi, apesar de todos os procedimentos, o Sergio tem algum receio do produto final (um PDF dentro do PDF) não ter a mesma qualidade. Felizmente não há motivos para receios. A qualidade do PDF mantém-se mesmo com este tipo de operação.</p>
<p>Bons PDF’s.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Copiar swatches para o Illustrator e Photoshop</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/04/12/copiar-swatches-para-o-illustrator-e-photoshop/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 19:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Illustrator]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>
		<category><![CDATA[Swatches]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ Existem as formas mais comuns para copiar cores entre documentos de Indesign. O copy/paste e o drag entre dois documentos. Mas a forma mais rápida e mais correcta de o fazer, incluindo partilhar essas cores com outros utilizadores ou fornecê-lo a um cliente,  é usar o formato .ASE (Adobe Swatch Exchange). Este formato tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">E</span>xistem as formas mais comuns para copiar cores entre documentos de Indesign. O <em>copy/paste </em>e o <em>drag</em> entre dois documentos. Mas a forma mais rápida e mais correcta de o fazer, incluindo partilhar essas cores com outros utilizadores ou fornecê-lo a um cliente,  é usar o formato <strong>.ASE (Adobe Swatch Exchange).</strong> Este formato tem a grande vantagem de poder importá-lo para o Illustrator e Photoshop.</p>
<p><span id="more-1993"></span></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">COPIAR CORES ENTRE DOCUMENTOS DE INDESIGN</span></h5>
<p>A <strong>Palete Swatches</strong> que é apresentada tem cores <em>process, spot </em>e um <em>gradient.</em></p>
<p>Seleccionando todas as cores que pretendo exportar, escolher o <em>sub-menu</em> <strong>Save Swatches</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1995" title="ase_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_1.png" alt="ase_1" width="413" height="305" /></p>
<p>Esta mensagem de aviso indica que nem todas as cores podem ser exportadas para o formato .ASE, nomeadamente os <em>gradients.</em></p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1996" title="ase_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_2.png" alt="ase_2" width="475" height="168" /></p>
<p>Este é o ícone da biblioteca .ASE.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1997" title="ase_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_3.png" alt="ase_3" width="119" height="104" /></p>
<p>Ao abrir outro documento de Indesign, basta ir de novo ao <em>sub-menu</em> da <strong>Palete Swatches</strong> e escolher <strong>Load Swatches</strong>, escolhendo a biblioteca de cores.</p>
<p>Se exisitirem cores com o mesmo nome, o Indesign atribuirá o sufixo<strong> copy </strong>após o nome de cada uma das cores.</p>
<h5><span style="color: #3366ff;">COPIAR CORES ENTRE DOCUMENTOS DE INDESIGN E ILLUSTRATOR</span></h5>
<p>Para usar os <em>swatches</em> definidos no Indesign no Illustrator, o procedimento é idêntico: exportação da biblioteca na <strong>Palete Swatches.</strong></p>
<p>Ao abrir o Illustrator, na <strong>Palete Swatches,</strong> escolho no <em>sub-menu</em> a função <strong>Open Swatch Library &gt; Other Library,</strong> e carrego a biblioteca .ASE.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1998" title="ase_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_4.png" alt="ase_4" width="442" height="479" /></p>
<p>As cores criadas no Indesign são acrescentadas numa nova Palete. O Illustrator conseguiu carregar as cores <em>process </em>e a cor <em>spot</em> (assinalada com o ponto preto), mas não o <em>gradient.</em></p>
<p class="note">Nota: é possível que as cores importadas estejam em RGB. Isso significa que no Illustrator, o <strong>Document Color Mode (menu File)</strong> esteja em RBG.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1999" title="ase_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_5.png" alt="ase_5" width="228" height="292" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">COPIAR CORES ENTRE DOCUMENTOS DE INDESIGN E PHOTOSHOP<br />
</span></h5>
<p>Mais uma vez, o ficheiro .ASE serve de referência. No Photoshop, na <strong>Palete Swatches</strong> é escolhido no <em>pop-up </em>a opção <strong>Load Swatches.</strong></p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2002" title="ase_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_6.png" alt="ase_6" width="469" height="187" /></p>
<p>E pronto. O Photoshop está pronto a usar as cores criadas no Indesign (as 5 últimas da palete).</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-2003" title="ase_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/04/ase_7.png" alt="ase_7" width="233" height="161" /></p>
<p>Este pequeno ficheiro .ASE pode ser partilhado por vários utilizadores e até mesmo enviado por mail.</p>
<p>Bons swatches.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exportar páginas para Flash</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/03/30/exportar-paginas-para-flash/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/03/30/exportar-paginas-para-flash/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Layout]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.incunabulo.com/?p=1804</guid>
		<description><![CDATA[ Já lá vão os tempos em que para se fazer uma simples apresentação ou algo com mais movimento implicava 3 ou 4 programas, ter skills em todos eles, e rezar para que a coisa resultasse.
Apesar das suas limitações o Indesign faz uma belíssima apresentação dos documentos no formato PDF ou SWF com as Page [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">J</span>á lá vão os tempos em que para se fazer uma simples apresentação ou algo com mais movimento implicava 3 ou 4 programas, ter <em>skills</em> em todos eles, e rezar para que a coisa resultasse.</p>
<p>Apesar das suas limitações o Indesign faz uma belíssima apresentação dos documentos no formato PDF ou SWF com as <strong>Page Transitions</strong>.</p>
<p><span id="more-1804"></span>Pretendo criar um documento de 8 páginas em Flash. Selecciono o sub-menu da <strong>Palete Pages &gt; Page Transitions &gt; Choose.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1805" title="flash_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_1.png" alt="flash_1" width="426" height="351" /></p>
<p>Estas são as opções que o Indesign permite exportar para Flash. Para quem conhece um pouco de<em> </em>PowerPoint ou Keynote, é bastante similar.</p>
<p>Neste exemplo, escolho a opção<strong> Page Turn,</strong> que só funciona para Flash. Todas as outras funcionam em PDF’s interactivos e Flash. Aplico a todas a páginas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1806" title="flash_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_2.png" alt="flash_2" width="377" height="321" /></p>
<p style="text-align: left;">Ao fazer OK, é apresentada esta palete, que ainda nesta fase, me permite alterar a forma de visualização ou de personalizar a entrada das páginas, a sua direcção e velocidade. Esta palete encontra-se no menu <strong>Window &gt; Interactive &gt; Page Transitions.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1807" title="flash_8" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_8.png" alt="flash_8" width="211" height="235" /></p>
<p style="text-align: left;">Dando uma vista de olhos pela <strong>Palete Pages,</strong> verifico que as transições de página estão aplicadas em todo o documento, indicado pelo ícone à direita em cada um dos <em>spreads.</em></p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1808" title="flash_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_3.png" alt="flash_3" width="262" height="503" /></p>
<p style="text-align: left;">O documento está pronto para ser exportado.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Menu File &gt; Export &gt; SWF.</strong></p>
<p style="text-align: left;">O quadro apresentado é mais do interesse de um <em>webdesigner.</em> No entanto, há que saber o que se pretende do documento. Neste exemplo, exporto o texto para <strong>Flash Text.</strong> As outras opções (<em>Vector Paths </em>e<em> Raster Image</em>) permitem-me exportar o texto em vectores ou imagem.</p>
<p style="text-align: left;">Também posso especificar qual a compressão das imagens. Mais uma vez, penso que será o<em> webdesigner </em>a dar as especificações que pretende.</p>
<p style="text-align: left;">A opção <strong>Include Interactive Page Curl,</strong> se estiver activa, permite adicionar uma função que faz “folhear” as páginas, independentemente da transição aplicada. Ou seja, posso ter escolhido a opção <em>Uncover, </em>e se o botão <em>Include Interactive Page Curl</em> estiver assinalado, o ficheiro de Flash fará a transição pedida (<em>Uncover</em>) com a animação<em> Page Turn.</em> Assinalo também <strong>Generate HTML File.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1809" title="flash_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_4.png" alt="flash_4" width="432" height="474" /></p>
<p style="text-align: left;">O resultado da exportação são 2 ficheiros: o <strong>html</strong> (para visualizar num <em>browser</em>) e o ficheiro <strong>Flash</strong> propriamente dito.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1810" title="flash_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_5.png" alt="flash_5" width="215" height="121" /></p>
<p style="text-align: left;">Ao abrir o ficheiro html no Firefox, e posicionando o cursor no canto inferior direito da página, vejo a opção <strong>Page Turn</strong> a funcionar (clique para ampliar).</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_62.png"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1816" title="flash_62" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_62.png" alt="flash_62" width="484" height="302" /></a>Finalmente, o próprio html é todo ele editável no Dreamwaver,<em> </em>ou programa similiar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1817" title="flash_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/flash_7.png" alt="flash_7" width="407" height="275" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conclusão:</strong> As <em>Page Transitions</em> são uma excelente<em> feature</em> do CS4, que evitam ter conhecimentos de HTML ou Flash para fazer uma apresentação bastante decente.</p>
<p style="text-align: left;">Bons Flashes.</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>A grande viagem pelas Preferências</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/03/28/a-grande-viagem-pelas-preferencias/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 18:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cor]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Grandes viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Guias]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
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		<description><![CDATA[ Já aqui tenho escrito pontualmente sobre uma ou outra preferência do Indesign. Mas existem demasiados aspectos escondidos que importa revelar, nem que seja para finalmente descobrirmos que a produtividade é muito maior quando as personalizamos ou para compreender porque é que o Indesign não fazia ”aquilo”.
Para que servem? Bom, servem para fazer a mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">J</span>á aqui tenho escrito pontualmente sobre uma ou outra preferência do Indesign. Mas existem demasiados aspectos escondidos que importa revelar, nem que seja para finalmente descobrirmos que a produtividade é muito maior quando as personalizamos ou para compreender porque é que o Indesign não fazia ”aquilo”.</p>
<p><span id="more-1746"></span>Para que servem? Bom, servem para fazer a mesma coisa de várias maneiras. O certo é que nenhuma delas vai alterar o trabalho. Abrir documentos mais rapidamente? Preferências. Fazer um <em>scroll</em> a 300 páginas num minuto? Preferências. Destacar e detectar erros no fluxo de texto? Preferências!  Antes de começar, aconselho a leitura <a href="http://www.incunabulo.com/2009/02/03/personalizacao-de-rotinas-no-indesign-cs4/" target="_blank">deste artigo</a>, já que trata sobre Preferências globais e locais, isto é, parâmetros que posso aplicar só ao documento aberto ou a todos os documentos que criar.  As preferências situam-se no menu Indesign (Mac) ou no menu Edit (pc) e são acedidas pela tecla de atalho <span style="color: #ff6600;">Cmd + K</span> (Mac) ou <span style="color: #ff6600;">Ctrl + K</span> (pc).</p>
<h5><span style="color: #3366ff;">GENERAL</span></h5>
<p><strong>Page Numbering</strong> – As opções apresentadas no <em>popup </em>View são: <em>Absolute Numbering </em>e<em> Section Numbering.</em> Quando escolho <em>Absolute Numbering,</em> o Indesign numera-me todas as páginas por ordem sequencial a partir da página 1, e ignora por completo qualquer parâmetro de numeração de página que lhe possa dar.  Quando a opção <em>Section Numbering</em> está activa, o programa vai respeitar as chamadas de secção ao longo de toda a publicação.  <strong>Font Downloading and Embedding – </strong>Esta é das obscuras. Quando o Indesign envia uma fonte para a impressora, ou num ficheiro exportado, podemos escolher para incluir todos os caracteres dessa fonte, e escolher apenas os caracteres que essa fonte usa no documento. Normalmente a segunda opção não faria sentido, mas com as fontes OpenType, que podem conter cerca de 60.000 caracteres só para um bold.  O número 2000 é commumente considerado o ideal, já que descarrega os primeiros 2000 caracteres da fonte que são os utilizados no alfabeto romano, evitando a inclusão de caracteres árabes ou asiáticos.  <strong>When Scaling &gt; Apply to Content</strong> – Quando esta opção está activa, e existe uma ampliação ou redução no conteúdo de um objecto, por exemplo um texto numa frame, esse texto é também ampliado ou reduzido.  <strong>When Scaling &gt; Adjust Scaling Percentage</strong> — Já aqui, com uma ampliação do objecto, o seu conteúdo, neste caso o texto, não é redimensionado.  <strong>Scripting &gt; Enabled attached scripts – </strong>Alguns scripts podem alterar ou substituir menus. Por vezes a coisa pode ser bem interessante, mas se algum script  fez desaparecer algum comando de um menu, é melhor esta opção não estar assinalada.  <strong>Reset all Warning Dialogs </strong>– Muitas caixas de diálogo do Indesign apresentam a opção ”never ask me this question again”. Este botão permite trazer de volta os menus de aviso que tínhamos feito desaparecer.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1751" title="pref_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_1.png" alt="pref_1" width="447" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">INTERFACE</span></h5>
<p><strong>Cursor Options &gt; Tool Tips: </strong>Modo <em>Normal,</em> <em>None </em>ou <em>Fast.</em> Sempre que aproximamos o cursor de uma ferramenta ou ícone, após uma fracção de segundo é mostrado um nome ou uma pequena explicação sobre o mesmo. Ao inactivar esta função, o Indesign ficará mais rápido.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Show Thumbnails on Place –</strong> Quando se faz um place de uma imagem ou PDF, o Indesign mostra um preview do conteúdo a inserir. Para mostrar apenas o ícone de inserção, inactivar esta função.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Show Transformation Values –</strong> Uma nova <em>feature </em>do ID é o aparecimento da coordenada XY ou do ângulo de rotação quando manuseamos um objecto. Inactivando esta opção essa feature não aparecerá.</p>
<p><strong>Panels &gt; Floating Tools Panel:</strong> Modo <em>Single Column, Double Column </em>e<em> Single Row.</em> Apresenta a <em>Palete Tools </em>de 3 formas diferentes: 1 coluna (modo CS3), 2 colunas (modo CS2 e anterior) e Single Row (à Freehand).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Auto-Collapse Icon Panels</strong> – Quando abro uma Palete no lado direito do programa e uso uma função dessa mesma Palete, esta esconde-se automaticamente.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Open Documents as Tabs</strong> – Se não gostar da nova forma de documentos abertos do ID, sempre posso visualizar da forma antiga: 1 janela = 1 documento. Para isso, inactivo esta função.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Enable Floating Document Window Docking </strong>– Permite arrastar para fora do conjunto de Paletes do lado direito a Palete que pretendo, ficando isolada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1758" title="pref_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_2.png" alt="pref_2" width="448" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">TYPE</span></h5>
<p><strong>Type Options</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Use Typographer’s Quotes – </strong>Activa as aspas Tipográficas e não as aspas rectas, chamadas <em>blind quotes.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Type Tool Converts Frames to Text Frames</strong> – Qualquer objecto que seja desenhado no ID (<em>text frame, picture frame, unassigned</em>) pode ser transformado em <em>text frame,</em> desde que seleccione a ferramenta <em>Type,</em> clicando dentro da caixa.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Automatically Use Correct Optical Size</strong> – Para quem usa <em>Multiple Master Fonts </em>(espero bem que não) esta função tem de estar assinalada. Se não estiver o tamanho da fonte MMF poderá não corresponder ao apresentado na Palete Control.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Triple Click to Select a Line – </strong>Já explicado <a href="http://www.incunabulo.com/2009/01/27/5-formas-de-seleccionar-texto/" target="_blank">neste texto.</a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Apply Leading to Entire Paragraphs – </strong>Se esta função estiver inactiva, posso atribuir entrelinhas diferentes em várias linhas de texto no mesmo parágrafo.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Adjust Spacing Automatically When Cutting and Pasting Words –</strong> Para falar verdade, nem se porque esta função está aqui. O óbvio é ajustar o espaço quando se cortam e colam palavras.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Font Preview Size: Opções </strong>– S<em>mall, Medium e Large.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;">Permite inactivar o desenho da fonte na <em>Palete Control,</em> no <em></em><em>Menu Type</em> e na <em>Palete Character,</em> não apresentando a fonte real. Quando activo permite controlar o tamanho da fonte nos vários Menus.</p>
<p><strong>Drag and Drop Text Editing &gt; Enable in Layout View: </strong>Ao activar, posso arrastar e largar texto dentro do meu documento.  <strong>Drag and Drop Text Editing &gt; Enable in Story Editor: </strong>Ao activar, posso arrastar e largar texto dentro do Story Editor.  <strong>Smart Text Reflow &gt; Add Pages To:</strong> <strong>Opções –</strong><em> End of Story, End of Section, End of Document.</em> Estas opções permitem qual a forma em que o Indesign incrementa páginas quando o texto excede a página, ou seja, onde é que vão ser incrementadas páginas: no final da página onde está a caixa de texto, no final da secção, obedecendo à numeração estabelecida, ou no final do documento.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Limit to Master Text Frames – </strong>Força o ID a inserir texto apenas nas caixas de texto definidas nas páginas mestras.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Preserve Facing-Page Spreads – </strong>Se a inserção automática de uma página for única, o ID vai acrescentar uma segunda página, ao trabalharmos com spreads.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Delete Empty Pages – </strong>Activando esta função, o ID apaga as páginas que não contém qualquer caixa de texto. Só funciona se o único objecto que estiver na página for uma caixa de texto vazia.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1760" title="pref_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_3.png" alt="pref_3" width="447" height="368" /></strong></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">ADVANCED TYPE</span></h5>
<p><strong>Character Settings </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Superscript – </strong>Especifica o modo como o expoente é criado relativamente ao corpo a usar. Neste caso o corpo do expoente tem uma redução de 58,3% e uma posição relativa ao baseline de 33,3%.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Subscript – </strong>Especifica o modo como o índice é criado relativamente ao corpo a usar. Neste caso o corpo do índice tem uma redução de 58,3% e uma posição relativa ao baseline de 33,3%.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Small Cap – </strong>Especifica o modo como o versalete é criado relativamente ao corpo a usar. Neste caso o corpo do versalete tem uma redução de 70%.</p>
<p><strong>Use Inline Input for Non-Latin Text – </strong>Quando se escreve em caracteres não-latinos (japonês, coreano ou chinês) é de bom tom assinalar esta opção. Caso contrário corro o risco dos caracteres ”sairem” da caixa de texto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1766" title="pref_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_4.png" alt="pref_4" width="447" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">COMPOSITION</span></h5>
<p>Este menu afecta a composição de texto e a forma como é visualizada no Indesign.  <strong>Highlight – </strong>Este campo vai destacar o texto no Indesign quando surgem <strong>alterações manuais </strong>no fluxo de texto, a saber:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Keep Violations –</strong>Destaca alterações manuais em parágrafos, em que está programado quantas linhas ficam juntas, em 2 ou mais colunas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>H&amp;J Violations</strong><em> </em>– Destaca alterações manuais em Hifenização e Justificação do texto.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Custom Tracking/Kerning</strong><em> </em>– Destaca alterações manuais em aplicação de Tracking ou Kerning.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Substituted Fonts</strong><em> </em>– Destaca ausências de fonte no documento.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Substituted Glyphs</strong> – Destaca ausências de glifos no documento.</p>
<p><strong>Text Wrap </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Justify Text Next to an Object</strong><em> – </em>Faz com que o texto faça um curandel justificado junto a um objecto, em 1 coluna.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Skip by Leading</strong><em> –</em> O texto ignora o curandel quando está alinhado a uma Baseline Grid.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Text Warp Only Affects Text Beneath</strong><em> –</em> Ao desassinalar esta opção, o texto faz um curandel à volta do objecto, mesmo que este esteja por debaixo desse texto.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1768" title="pref_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_5.png" alt="pref_5" width="446" height="367" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">UNITS &amp; INCREMENTS </span></h5>
<p><strong> Ruler Units &gt; Origin &gt;</strong> <em>Spread, Page </em>e<em> Spine.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Spread </strong>– O contadador da régua horizontal é usada em Spread (páginas duplas) e não página a página.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Page – </strong>O contadador da régua horizontal é usada página a página.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Spine –</strong> O contadador da régua horizontal é usada em spreads de 3 ou mais páginas.</p>
<p><strong>Horizontal &gt;</strong> <em>Pontos, Picas, Polegadas, Polegadas decimais, Milímetros, Centímetros, Cíceros, Ágatas,</em> <em>Custom.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Custom –</strong> Permite criar uma régua com valores personalizáveis, por exemplo de 10 pontos/pica.</p>
<p><strong>Vertical &gt; </strong>Os mesmos parâmetros usados para a régua horizontal.  <strong>Point/Pica Size &gt; Points/Inch &gt; </strong><em>PostScript, Traditional.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Postscript </strong>– Valor base da relação ponto/polegada usada em DTP, o equivalente a 6 picas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Traditional </strong>– Em sistemas anteriores ao DTP, a relação ponto/polegada era de 72.27. Ao activar esta função, voltamos aos anos 80 tipográficos.</p>
<p><strong>Keyboard Increments</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Cursor Key –</strong> Valor do incremento quando usamos as setas direccionais para deslocar um objecto. Usando a tecla shift, esse incremento é multiplicado por 10.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Size/Leading –</strong> Ao usar shortcuts (Alt + seta para cima ou seta para baixo) para alterar o corpo ou a entrelinha, este é o valor de aumento ou redução dos mesmos.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Baseline Shift – </strong> Ao usar shortcuts (Alt + shift + seta para cima ou seta para baixo) para alterar o baseline shift, este é o valor de aumento ou redução do mesmo.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Kerning/Tracking</strong> – Ao usar shortcuts (Alt + shift + seta para a esquerda ou seta para a direita) para alterar o Kerning e o Tracking, este é o valor, em milésimos de espaço EM, de aumento ou redução dos mesmos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1779" title="pref_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_6.png" alt="pref_6" width="448" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">GRIDS </span></h5>
<p>O Indesign pode visualizar 2 tipos de grelhas: <em>Baseline e Document.</em> <strong>Baseline Grid</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Colour –</strong> Altera a cor do Baseline Grid</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Start –</strong> Início do Baseline Grid</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Relative to &gt; Top of Page e Top Margin:</strong> Início do Baseline Grid relativamente ao início da página ou ao início da margem superior.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Increment Every </strong>– Incremento da Baseline Grid. Normalmente é o valor da entrelinha usada no texto.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>View Threshold</strong> – Com o valor de 75% significa que só com a visualização da página a 75% ou superior é que a Baseline Grid fica visível.</p>
<p><strong>Document Grid </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Colour </strong>– Altera a cor do Document Grid.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Horizontal e Vertical </strong>– Permite usar divisões e subdivisões horizontais e verticais para construir uma grelha. Para o Document Grid ficar activo, ir a <strong>Menu View &gt; Grids &amp; Guides &gt; Show Document Grid.</strong></p>
<p><strong>Grids in Back</strong> – As Grids (e não as guias) são mostradas atrás dos objectos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1783" title="pref_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_7.png" alt="pref_7" width="447" height="369" /></strong></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">GUIDES &amp; PASTEBOARD </span></h5>
<p style="text-align: left;"><strong>Colour:</strong> Sobre como alterar e visualizar as Guias, ler <a href="http://www.incunabulo.com/2009/02/11/identificar-guias-e-grelhas/" target="_blank">este artigo.</a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Guide Options</strong></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><strong>Snap to Zone</strong> – Distância em pixeis, a que as guias são atraídas pelos objectos.</p>
<p style="text-align: left; padding-left: 30px;"><strong>Guides in Back</strong> – Guias atrás? Para quê?</p>
<p style="text-align: left;">S<strong>mart Guide Options &gt; </strong><em>Align to Object Centre, Align to Object Edges, Smart Dimensions, Smart Spacing.</em></p>
<p style="text-align: left;">Permite desactivar ou activar funções das Smart Guides (ler o mesmo artigo de alteração e visualização de Guias).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Pasteboard Options &gt; Minimum Vertical Offset: </strong>Permite alterar a altura do Pasteboard entre o final da página e o fim do mesmo. O equivalente à extensão Pasteboard XT, usada em QuarkXPress.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1784" title="pref_8" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_8.png" alt="pref_8" width="447" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">DICTIONARY </span></h5>
<p>A tab Dictionary controla a hifenização e a ortografia.  Neste quadro em particular, apenas vou considerar o que está mostrado. Em breve farei um texto sobre Dicionários personalizados.  <strong>Language &gt; English UK </strong>ou outras.  Antes de abrir qualquer documento, convém colocar o Indesign a hifenizar na língua nativa do texto a paginar.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Hyphenation</strong> – Hifenização por proximidade.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Spelling </strong>– Ortografia por proximidade.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Double Quotes </strong>– Aspas a usar no documento. Existem várias opções no <em>pop-up.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Single Quotes </strong>– Aspa ou apóstrofo a usar no documento. Existem várias opções no <em>pop-up.</em></p>
<p><strong>Hypenation Exceptions &gt; Compose Using:</strong><em> User Dictionary and Document, User Dictionary e Document.</em> Quando adicionamos uma palavra ao dicionário, o Indesign adiciona a palavra à lista de excepções do dicionário.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>User Dictionary </strong>– Usar as excepções guardadas no dicionário activo.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Document</strong> – Usar as excepções de hifenização guardadas no documento.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>User Dictionary and Document</strong> – Usar as duas listas de excepções, tanto do dicionário, como do documento.</p>
<p><strong>User Dictionary</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Merge User Dictionary into Document </strong>– Copia as excepções de hifenização e ortografia para cada documento de Indesign que abrir. Se assinalarem esta opção, atenção ao documentos criados por outros.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Recompose All Stories When Modified </strong>– Altera todo o texto do documento, quando o dicionário é actualizado. É um processo que se pode tornar moroso, e normalmente está inactivo, ao contrário do mostrado no quadro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1786" title="pref_9" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_9.png" alt="pref_9" width="446" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">SPELLING </span></h5>
<p>Esta tab permite visualizar palavras com erros ortográficos.  <strong>Find </strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Misspelled Words</strong> – Activa a função de sublinhar palavras com erros gramaticais.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Repeated Words</strong> – Sublinha palavras repetidas (os os; quando quando, etc.)</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Uncapitalised Words </strong>– Verifica palavras que começam em maiúscula sem razão aparente.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Uncapitalised Sentences</strong> – Verifica parágrafos que não comecem com maiúscula.</p>
<p><strong>Dynamic Spelling &gt;</strong> <em>Enable Dynamic Spelling:</em> Activa a função de sublinhar palavras ou frases que possam conter as 4 possibilidades explicadas antes. Neste campo, posso escolher as cores a destacar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1787" title="pref_10" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_10.png" alt="pref_10" width="447" height="369" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">AUTOCORRECT </span></h5>
<p>A função <strong>Autocorrect </strong>do Indesign permite corrigir automaticamente as palavras à medida que as vou escrevendo.  Ao activar <strong>Enable Autocorrect,</strong> escolhendo uma determinada língua e adicionando palavras, automaticamente estas são substituídas pela forma correcta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1789" title="pref_11" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_11.png" alt="pref_11" width="447" height="367" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">NOTES </span></h5>
<p>As notas são uma feature do ID para fluxos de trabalho em grupo.  <strong>Note Colour &gt; vários users: </strong>permite escolher qual o utilizador que fez a inserção da nota.  <strong>Show Note Tooltips:</strong> Quando activa, permite colocar o cursor sobre uma nota e verificar qual o utilizador da nota, assim como uma breve linha com as indicações descritas na mesma.  <strong>Notes in Story Editor</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Include Note Content When Checking Spelling:</strong> verifica a ortografia nas notas. Sei que é estranho, mas funciona.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Include Note Content in Find/Change Operations: </strong>Considera as notas do meu documento como parte a pesquisar e alterar, se necessário.</p>
<p><strong>Inline Background Colour &gt; Várias cores:</strong> Escolhe a cor de fundo para as notas, quando editáveis no Story Editor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1790" title="pref_12" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_12.png" alt="pref_12" width="447" height="366" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">STORY EDITOR </span></h5>
<p>O <em>Story Editor</em> é uma excelente função para facilitar a minha leitura de texto, removendo corpos, fontes, cores e alinhamentos diferentes, aprensentando tudo num editor básico de texto.  As várias funções apresentadas permitem a sua personalização: cor do texto, fonte, tamanho, tipo de cursor, etc.  Para visualizar o <em>Story Editor,</em> <strong>Menu Edit &gt; Edit in Story Editor </strong>(Cmd + Y, no Mac; Ctrl + Y, no pc).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1791" title="pref_13" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_13.png" alt="pref_13" width="447" height="367" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">DISLPLAY PERFORMANCE </span></h5>
<p>Esta tab controla a forma como as imagens e o texto são visualizados no ecrã. Também pode ser usada para melhorar significativamente a <em>performance</em> do Indesign.  <strong>Options &gt; Default View:</strong> <em>Fast, Typical </em>e <em>High Quality.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Fast </strong>– Reduz a qualidade de visualização da página no ecrã.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Typical</strong> – Modo standard de visualização da página.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>High Quality</strong> – Apresenta as imagens em alta qualidade, tornando o programa mais lento.</p>
<p><strong>Preserve Object-Level Display Settings</strong> – Ao activar esta função, especifico que qualquer alteração que faça nas imagens (transparências, <em>blending modes,</em> etc.) ficará visível quando abrir de novo o documento.  <strong>Adjust View Settings:</strong> <em>Fast, Typical </em>e <em>High Quality.</em> Estas 3 opções podem ser personalizadas com os parâmetros <em>Raster Images, Vector Graphics, Transparency </em>e <em>Enable Anti-aliasing.</em> Por outras palavras, posso escolher que as transparências não aparecem na opção <em>Fast</em> ou que os <em>Vector Graphics</em> têm mais qualidade na opção <em>Typical.</em> <strong>Raster Images: </strong>Define a forma como o Indesign visualiza as imagens bitmap (TIFF, PSD, JPG).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Gray out</strong> – Cada imagem é apresentada como uma caixa cinza. Autenta bastante a velocidade de<em> redraw</em> do Indesign, assim como a velocidade do <em>scroll.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Proxy</strong> – É criada uma baixa resolução de cada imagem importada.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>High Resolution </strong>– A qualidade da imagem original é a mesma apresentada no Indesign. Esta opção aumenta o tempo de <em>redraw </em>e a velocidade do <em>scroll,</em> tornando o progrma mais lento.</p>
<p style="padding-left: 30px;">Estes parâmetros não afectam a impressão das imagens.</p>
<p><strong>Vector Graphics: </strong>Define a forma como o Indesign visualiza os vectores (EPS, PDF quando existem só vectores).</p>
<p style="padding-left: 30px;">Os parâmetros <em>Gray Out, Proxy </em>ou <em>High Resolution</em> são os mesmos usados na opção <em>Raster Images.</em></p>
<p><strong>Transparency:</strong> Controla o aspecto das transparências no ecrã.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Off </strong>–Inactiva a transparência nas imagens do documento.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Low Quality, Medium Quality e High Quality</strong> – Apresenta várias visualizações da transparência aplicada nas imagens. Um bom compromisso é a que costumo usar: Medium Quality.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Enable Anti-aliasing </strong>– Esta opção suaviza o traço de cada objecto.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Greek Type Below</strong> – Abaixo do corpo por defeito (7 pt) o texto é visualizado em barras cinzentas, permitindo um scroll e um redraw muito mais rápido. Esta função varia consoante a percentagem de zoom utilizada. Neste caso, funciona à base de um zoom a 100%.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Use Defaults</strong> – Faz reset de todas as alterações produzidas neste quadro.</p>
<p><strong>Scrolling:</strong> Permite formas diferentes de visualização quando uso o scroll em áreas do documento usando a ferramenta Hand Tool (Cmd + H no Mac, Ctrl + H no pc).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Greek images and Text </strong>– Durante o processo de scroll, as imagens e o texto transformam-se em caixas cinzentas e barras cinzentas, respectivamente.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Greek images </strong>– Durante o processo de scroll, apenas as imagens se transformam em caixas cinzentas.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>No Greeking </strong>– Durante o processo de scroll, as imagens e o texto continuam visíveis. Esta opção torna mais lento o programa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1792" title="pref_14" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_14.png" alt="pref_14" width="447" height="367" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">APPEARANCE OF BLACK </span></h5>
<p>Este quadro já foi explicado <a href="http://www.incunabulo.com/2009/03/21/rich-black-em-indesign/" target="_blank">neste artigo.</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1796" title="pref_15" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_15.png" alt="pref_15" width="445" height="367" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">FILE HANDLING </span></h5>
<p><strong>Document Recovery Data: </strong>Enquanto trabalhamos, o Indesign está a criar um backup do documento em background. Quando bloqueia, esse documento é guardado na pasta especificada e poderá ser aberto, salvando alguns minutos (horas?) de trabalho.  <strong>Saving InDesign Files</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Number of Recent Items to Display: </strong>Mostra os últimos 10 ficheiros abertos, no Menu File &gt; Open.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Always Save Preview Images with Documents </strong>– Guarda um preview do documento, bom para usar no Adobe Bridge, por exemplo. Tem a desvantagem de aumentar o tamanho do ficheiro.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Preview Size – </strong>Várias resoluções do preview do documento.</p>
<p><strong>Snippet Import </strong>– Ler a explicação num texto anterior <a href="http://www.incunabulo.com/2009/01/29/usar-o-formato-indesign-snippet/" target="_blank">aqui.</a> <strong>Links</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Check Links Before Opening Document </strong>– Com esta opção activa, o Indesig vai verificar a localização das imagens no disco e utilizadas no documento, quando o mesmo é aberto.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Find Missing Links Before Opening Document</strong> – Se esta opção e a anterior estiverem activas, o Indesign apresenta um quando que me permite localizar as imagens que perderam o link no meu documento, dando a possibilidade de re-lincá-las.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Create Links When Placing Text and Spreadsheet Files</strong> – Permite criar um link para documentos de Word ou Excel. Tem as mesmas funcionalidades como se de uma imagem se tratasse.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Preserve Image Dimensions When Relinking</strong> – Quando se usa a <strong>Palete Links</strong> para fazer um <em>update</em> de uma imagem, posso manter a percetagem de ampliação ou redução dessa nova imagem, se esta opção estiver assinalada.</p>
<p><strong>Default Relink Folder &gt; </strong><em>Most Recent Relink Folder e Original Relink Folder.</em></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Most Recent Relink Folder </strong>– Vai importar a nova imagem de uma pasta diferente, se existir. Esta pasta ficar por defeito activa na actualização de imagens, se houver mais a substituir.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Original Relink Folder</strong> – Vai procurar a imagem a re-lincar dentro da mesma pasta onde está a imagem a substituir.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1797" title="pref_16" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_16.png" alt="pref_16" width="447" height="368" /></p>
<h5><span style="color: #3366ff;">CLIPBOARD HANDLING </span></h5>
<p><strong>Clipboard</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Prefer PDF When Pasting</strong> – Algumas aplicações (Illustrator) permitem que ao fazer Copy, o conteúdo dessa cópia seja um PDF. Ao não activar esta opção, tenho possibilidade de editar as paths de Illustrator no Indesign, como se tivessem sido construídas no programa.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Copy PDF to Clipboard</strong> – O Indesign também copia PDF’s. Com esta opção activa, posso fazer Copy e colar no Illustrator o meu documento em PDF.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Preserve PDF Data at Quit</strong> – Ao assinalar esta opção, ao sair do Indesign, o conteúdo do Clipboard (que é um PDF) não será apagado.</p>
<p><strong>When Pasting Text and Tables from Other Applications Paste</strong> &gt;<em> All Information </em>e<em> Text Only:</em> Esta é obviamente clara. Ou vem apenas o texto, ou vem todo o lixo produzido noutras aplicações.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1799" title="pref_17" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/pref_17.png" alt="pref_17" width="447" height="368" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong></strong></p>
<p class="note"><strong>Nota final:</strong> Se andaram a mexer nisto tudo e pretendem fazer reset às Preferências, carreguem em Ctrl + Cmd + Alt + Shift (Mac) quando iniciarem o Indesign. No pc é apenas Ctrl + Alt + Shift.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Conclusão: </strong>como se pode verificar, as Preferências são um mundo à parte dentro do Indesign. São quase como um sexto sentido, que nos permite optimizar e tirar o melhor proveito das<em> features</em>, independentemente da forma como trabalhamos.</p>
<p style="text-align: left;">Boas preferências.</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criar Bookmarks com Paragraph Styles e Table of Contents</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/03/23/criar-bookmarks-com-paragraph-styles-e-table-of-contents/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/03/23/criar-bookmarks-com-paragraph-styles-e-table-of-contents/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 07:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Interactividade]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Paragraph Styles]]></category>
		<category><![CDATA[Table of Contents]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.incunabulo.com/?p=1698</guid>
		<description><![CDATA[ Os PDF’s interactivos contêm cada vez mais informação: Buttons, hyperlinks, page transitions e vídeos. Mas sem a parte mais simples dessa interactividade, o PDF perde parte das suas características. Hoje vamos ver como o Indesign cria Bookmarks para serem validados no Acrobat.

BOOKMARKS DE PÁGINAS
Menu Window &#62; Interactive &#62; Bookmarks.
Esta é a palete que permite [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">O</span>s PDF’s interactivos contêm cada vez mais informação: Buttons, hyperlinks, page transitions e vídeos. Mas sem a parte mais simples dessa interactividade, o PDF perde parte das suas características. Hoje vamos ver como o Indesign cria Bookmarks para serem validados no Acrobat.</p>
<p><span id="more-1698"></span></p>
<h5>BOOKMARKS DE PÁGINAS</h5>
<p><strong>Menu Window &gt; Interactive &gt; Bookmarks.</strong></p>
<p>Esta é a palete que permite criar Bookmarks. Com a minha primeira página do documento seleccionada, basta clicar no botão <strong>Create New Bookmark</strong> e dar-lhe um nome.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1699" title="bookmark_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_1.png" alt="bookmark_1" width="433" height="439" /></p>
<p style="text-align: left;">Chamo a última página e repito o mesmo procedimento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1700" title="bookmark_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_2.png" alt="bookmark_2" width="442" height="436" /></p>
<p style="text-align: left;">Só isto? Bom, sim, se quiserem apenas fazer o Bookmark das páginas.</p>
<p style="text-align: left;">Mas se eu quiser fazer o Bookmark de títulos ou subtítulos que estejam nessas páginas? Então a coisa funciona com <strong>Paragraph Styles</strong> e <strong>TOC’s.</strong></p>
<h5 style="text-align: left;">BOOKMARKS DE ESTILOS</h5>
<p style="text-align: left;">Pretendo criar Bookmarks de todos os títulos existentes no meu documento de 6 páginas. Esses títulos têm aplicado o <em>Paragraph Style</em> <strong>título.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1703" title="bookmark_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_3.png" alt="bookmark_3" width="403" height="509" /></p>
<p style="text-align: left;">A seguir, <strong>Menu Layout &gt; Table of Contents.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Neste quadro adiciono o <em>Paragraph Style</em> ao qual pretendo criar os Bookmarks. As outras opções são facultativas, mas a que realmente interessa é no campo <strong>Options, assinalar Create PDF Bookmarks.</strong> Se não conseguirem visualizar este campo inferior cliquem no botão <strong>More Options,</strong> do lado direito da caixa de diálogo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1704" title="bookmark_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_4.png" alt="bookmark_4" width="442" height="339" /></p>
<p style="text-align: left;">Automaticamente e ainda antes de inserir o meu TOC, a minha Palete Bookmarks adiciona os respectivos bookmarks com base no estilo que escolhi.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1705" title="bookmark_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_5.png" alt="bookmark_5" width="212" height="330" /></p>
<p style="text-align: left;">
<p class="note"><strong>Importante:</strong> o texto do TOC tem de ser inserido no documento. Caso contrário, os Bookmarks não irão funcionar. Podem colocá-lo no Pasteboard.</p>
<p style="text-align: left;">Também posso colocá-lo numa página que já contenha informação. Para que não seja impresso, selecciono a caixa que contém o TOC, vou a<strong> Menu Window &gt; Attributes </strong>e assinalo a opção <strong>Nonprinting.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Com esta opção activa, a caixa que contém o TOC não será impressa nem aparecerá no PDF.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1706" title="bookmark_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_6.png" alt="bookmark_6" width="362" height="362" /></p>
<p style="text-align: left;">Finalmente, e tal como todas as outras operações envolvendo a criação de PDF’s interactivos, quando exporto o meu documento para PDF assinalar a opção <strong>Bookmarks,</strong> no campo <strong>Include,</strong> da caixa de diálogo <strong>Export Adobe PDF.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1707" title="bookmark_7" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/bookmark_7.png" alt="bookmark_7" width="425" height="381" /></p>
<p style="text-align: left;">Bons Bookmarks.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Isto não faz #3 — Imagens perdem o link quando copiadas entre computadores</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/03/19/%e2%80%9cisto-nao-faz%e2%80%9d-3-%e2%80%94-imagens-perdem-o-link-quando-copiadas-entre-computadores/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/03/19/%e2%80%9cisto-nao-faz%e2%80%9d-3-%e2%80%94-imagens-perdem-o-link-quando-copiadas-entre-computadores/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 22:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Augusto Sousa, de Lisboa, escreveu-me um pequeno mail em que se perguntava,
Olá Eduardo
tenho um problema…quando copio documentos para a PEN e levo para trabalhar em casa tenho de lincar as imagens outra vez no pc de casa. há alguma forma de resolver isso?
obrigado.
O que está a acontecer ao Augusto é algo muito simples.
Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">O</span> Augusto Sousa, de Lisboa, escreveu-me um pequeno mail em que se perguntava,</p>
<blockquote><p>Olá Eduardo</p>
<p>tenho um problema…quando copio documentos para a PEN e levo para trabalhar em casa tenho de lincar as imagens outra vez no pc de casa. há alguma forma de resolver isso?</p>
<p>obrigado.</p></blockquote>
<p><span id="more-1636"></span>O que está a acontecer ao Augusto é algo muito simples.</p>
<p>Quando eu faço Place das imagens no meu computador (independentemente do local onde se encontam), o Indesign memoriza o link (ou a path) dessa imagem.</p>
<p>Se a imagem estiver num servidor e um colega meu abrir o meu documento, em princípio não haverá problema já que o link da imagem está disponibilizado para vários computadores numa estrutura de rede.</p>
<p>O problema coloca-se quando o documento sai de um computador ou de uma rede, ao qual não tem acesso à imagem.</p>
<p>Quem diz ”levar para casa” ou ”receber de um cliente” ou ”enviar para a gráfica”, convém fazer uma operação simples e eficaz chamada <strong>Package.</strong></p>
<p>O Package cria uma pasta, com a informação completa do documento: o documento em si, fontes, imagens e excepções de hifenização.</p>
<p>Este comando encontra-se no <strong>Menu File &gt; Package.</strong></p>
<p>Após abrir o quadro e verificação da validade do documento, clico em Package.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1637" title="missing-link_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/missing-link_1.png" alt="missing-link_1" width="444" height="319" /></p>
<p>Saltando um pequeno quadro para instruções gerais, chego ao que pretendo.</p>
<p>As opções de <strong>Create Package Folder</strong> permitem-me copiar para uma nova pasta todos os dados do documento.</p>
<p>De certeza que o Augusto tem a opção <strong>Copy Linked Graphics</strong> assinalada, que lhe permite ”levar” as imagens para casa, mas se <strong>NÃO </strong>tiver assinalada a opção <strong>Update Graphic Links in Package,</strong> o Indesign não vai re-linkar as imagens à nova pasta criada, apresentando uma mensagem de erro sobre a falta de imagens quando se abre o documento.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1638" title="missing-link_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/missing-link_2.png" alt="missing-link_2" width="444" height="391" /></p>
<p>Bons problemas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mover páginas entre documentos</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/03/10/mover-paginas-entre-documentos/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/03/10/mover-paginas-entre-documentos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 13:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Layout]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.incunabulo.com/?p=1470</guid>
		<description><![CDATA[ Certamente já aconteceu haver a necessidade de copiar integralmente o conteúdo de uma página para outro documento. Além do óbvio copy/paste de todos os objectos da página, ou de guardar toda a página numa library, há sempre mais uma possibilidade, talvez a que funciona melhor.
Tenho um documento com 5 páginas, em que pretendo copiar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">C</span>ertamente já aconteceu haver a necessidade de copiar integralmente o conteúdo de uma página para outro documento. Além do óbvio copy/paste de todos os objectos da página, ou de guardar toda a página numa library, há sempre mais uma possibilidade, talvez a que funciona melhor.</p>
<p><span id="more-1470"></span>Tenho um documento com 5 páginas, em que pretendo copiar a página 3 para um documento já existente</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1471" title="mover_paginas_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/mover_paginas_1.png" alt="mover_paginas_1" width="316" height="753" /></p>
<p>Dei o nome <strong><em>original</em></strong> ao documento onde tenho a página a mover ou copiar, e <em><strong>cópia</strong> </em>ao documento de destino.</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1473" title="mover_paginas_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/mover_paginas_4.png" alt="mover_paginas_4" width="317" height="125" /></p>
<p>Com os 2 documentos abertos, abro a <strong>Palete Pages</strong> (Cmd + F12, no Mac, Ctrl + F12 no pc)</p>
<p>No<strong> </strong><em>sub-menu</em> da Palete, selecciono <strong>Move Pages.</strong></p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1472" title="mover_paginas_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/mover_paginas_2.png" alt="mover_paginas_2" width="358" height="516" /></p>
<p>No campo <strong>Move Pages</strong> escolho a página do documento <em>Original</em> a mover (3).</p>
<p>Pretendo colocá-la no início do documento <em>Cópia,</em> daí escolher <strong>At Start of Document.</strong></p>
<p>Finalmente o ficheiro de destino, neste caso <em>Cópia.</em></p>
<p>Ao realizar este procedimento estou SEMPRE a copiar páginas entre documentos, apesar do nome da janela indicar o contrário. Se pretender mesmo mover a terceira página entre os dois documentos, devo assinalar a opção <strong>Delete Pages After Moving.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1475" title="mover_paginas_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/mover_paginas_3.png" alt="mover_paginas_3" width="484" height="130" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Ao copiar a página de um documento para o outro, todos os estilos e cores são copiados. Infelizmente os objectos que se encontram nas Master Pages do ficheiro <em>original </em>e aplicados na página 3, como é o caso do fundo e da barra amarela, não são copiados.</p>
</blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1478" title="mover_paginas_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/03/mover_paginas_5.png" alt="mover_paginas_5" width="185" height="333" />Boas cópias.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exportar texto em outlines com Underlines e Striketroughts</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/02/28/outlines-de-texto-com-underlines-e-striketroughts/</link>
		<comments>http://www.incunabulo.com/2009/02/28/outlines-de-texto-com-underlines-e-striketroughts/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 16:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Illustrator]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Print]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.incunabulo.com/?p=1312</guid>
		<description><![CDATA[ O André Simões enviou-me recentemente um mail recentemente em que escrevia,
Quando tem de se passar o texto a outlines os Underlines e Striketrought desaparecem (…) Na semana passada precisei de enviar um PDF para a gráfica e eles pediram para enviar um PDF em alta e com o texto convertido a outlines. Eu fiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">O</span> André Simões enviou-me recentemente um mail recentemente em que escrevia,</p>
<blockquote><p>Quando tem de se passar o texto a outlines os Underlines e Striketrought desaparecem (…) Na semana passada precisei de enviar um PDF para a gráfica e eles pediram para enviar um PDF em alta e com o texto convertido a outlines. Eu fiquei com aquela sensação da minha vida andar para trás, ter de pôr strokes no texto onde estavam os Underlines (…).</p></blockquote>
<p>Pois é. Não é só a vida do André a andar para trás, deve ser a minha e de muitos outros arte-finalistas que têm o mesmo problema.</p>
<p><span id="more-1312"></span></p>
<h2>Overview</h2>
<p>Antes de mais, para que se criam outlines de texto?</p>
<p>Todas as Gráficas têm um RIP (Raster Image Processor) para converter os PDF’s ou Postscripts para o formato nativo do próprio RIP. No caso dos sistemas Scitex, agora CREO, os formatos de saída são .LW para traço e .CT para imagem.</p>
<p>Ao criar texto em outlines, a Gráfica (e já agora, nós) previne eventuais substituições de fontes ou mesmo o desaparecimento das mesmas na altura da conversão.</p>
<p>Tento sempre evitar o envio de textos convertidos em outline. Mas com os milhares de fontes existentes (sim o dafont.com é óptimo mas quantas fontes profissionais e funcionais tem?) os RIP’s muitas vezes não as interpretam. E nem falo sequer dos falsos itálicos ou dos bolds artificiais aplicados no QuarkXPress ou do Indesign.</p>
<p>Partindo do pressuposto que não tenho escolha e que tenho que converter o texto em curvas, vamos ver os prós e contras desta operação.</p>
<p><strong>Prós —</strong> O texto passa a vectores, logo não tem informação da fonte, logo não dará problemas no RIP, logo não ando com ”a minha vida a andar para trás”.</p>
<p><strong>Contras —</strong> Ficheiros muito mais pesados. Ao converter em outlines, todo o texto é passado a curvas, com milhares e milhares de pontos. Posso admitir que numa brochura ou num flyer a coisa ainda passe,  mas num livro ou revista é muito mais complicado o RIP ”mastigar” toda aquela informação.</p>
<p>Outro aspecto que ainda hoje considero muito estranho: quando converto um texto em outlines no Indesign, a letra parece engrossar um pouco, dando a sensação de ter passado de Medium para Semibold, como se apresenta na imagem a seguir, apesar de no resultado final na impressão, nada se notar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1319" title="outlines_1" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_1.png" alt="outlines_1" width="434" height="329" /></p>
<p>Nem todas as Gráficas têm RIP’s de última geração. Aconteceu há uns anos uma Gráfica com que trabalhei que tinha um RIP mais antigo, não conseguir converter um documento que com uma fonte chamada Metro. Depois de várias tentativas, cheguei à conclusão que o problema estava na versão Postscript do RIP.</p>
<p>No Indesign, ao <strong>imprimir</strong> para PDF ou Postcript, na tab<strong> Graphics</strong>, posso escolher a versão de Postscript do ficheiro. Ao escolher <strong>nível 2 </strong>(mais antigo) o problema foi resolvido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1320" title="outlines_2" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_2.png" alt="outlines_2" width="396" height="381" /></p>
<p>Mas vamos finalmente ao problema do André Simões.</p>
<p>O André tem um documento com Underlines, que aqui simulo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1321" title="outlines_3" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_3.png" alt="outlines_3" width="450" height="289" /></p>
<p>No mesmo documento, também tem Striketroughts.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1322" title="outlines_4" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_4.png" alt="outlines_4" width="454" height="290" /></p>
<p>Os Underlines e Striketroughts não sendo alterações artificiais do caracter, são ignorados na altura da conversão para outlines como se mostra a seguir.</p>
<p style="text-align: left;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1323" title="outlines_5" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_5.png" alt="outlines_5" width="450" height="184" />Então, uma das soluções (não é de certeza a única) é <strong>exportar</strong> em<strong> PDF ou EPS</strong> para o <strong>Illustrator.</strong></p>
<p>Ao exportar como EPS, o texto continua editável, mas o Illustrator filetes, simulando o Striketrought (e o Underline) em cada linha.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-1325" title="outlines_6" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/outlines_6.png" alt="outlines_6" width="447" height="372" /></p>
<p>Esta é apenas uma técnica que considero rápida e eficaz. Neste caso usei parte do pacote Adobe para me resolver o problema. Os programas não são herméticos e felizmente, ”falam” uns com os outros, o que me resolveu o problema.</p>
<p>A partir daqui, os procedimentos habituais: exportar em PDF, ou gravar em .AI e colocar de novo o texto com os Underlines como imagem no Indesign.</p>
<p>Bons problemas.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Formatos nativos do Indesign</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/02/02/formatos-nativos-do-indesign/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 22:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[QuarkXPress]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ O que são formatos nativos? São aqueles que são gerados pelo programa, em que, em muitas vezes dos casos, só podem ser utilizados por este.  No final do texto há uma pequena lista dos ficheiros ”exportáveis” mas que não são nativos do Indesign.
Se não me esqueci de nenhum, são 8 + 1.



Document — Documento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">O</span> que são formatos nativos? São aqueles que são gerados pelo programa, em que, em muitas vezes dos casos, só podem ser utilizados por este.  No final do texto há uma pequena lista dos ficheiros ”exportáveis” mas que não são nativos do Indesign.</p>
<p>Se não me esqueci de nenhum, são 8 + 1.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-460"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-463" title="formatos-indesign" src="http://www.incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/02/formatos-indesign.png" alt="formatos-indesign" width="462" height="274" /></p>
<ol>
<li><strong>Document </strong>— Documento básico do Indesign criado no mesmo.</li>
<li><strong>Template</strong> — Serve essencialmente quando tenho vários documentos baseados nesse template, em que o Indesign cria novos documentos a partir do Template. Tanto o ”document” como o ”template” são criados a partir do comando ”Save as…” no menu ”File”.</li>
<li><strong>Indesign CS3 Intercharge</strong> — Para quem pensava que a abertura de ficheiros de Indesign não era transversal nas várias versões, aqui tem a prova em contrário. Exportando neste formato, permite abrir o documento na versão CS3. Se fizer o mesmo na versão CS3 abrirei sem problemas na versão CS2.</li>
<li><strong>Indesign Snippet</strong> — Já foi explicado <a href="http://www.incunabulo.com/2009/01/29/usar-o-formato-indesign-snippet/" target="_blank">aqui.</a> Permite guardar partes de documentos (ou mesmo o documento inteiro) num ficheiro que pode ser partilhado e distribuído, inserindo-o depois noutros documentos de Indesign.</li>
<li><strong>Indesign Markup </strong>— Problemas com aquele ficheiro que veio do CS2 e anda sempre a crashar? E com aquele documento de QuarkXPress que sempre que o salvo em CS4 corrompe as fontes do documento? Melhor ainda. Não consegue apagar Swatches e o documento denota um comportamento estranho? Este formato é a solução para todos os problemas apresentados.</li>
<li><strong>Book </strong>— Uma das grandes <em>features </em>do Indesign é a numeração, repaginação e organização de páginas que são efectuadas com vários documentos no formato Book. É fundamental em Indesign editorial.</li>
<li><strong>Library </strong>— Os utilizadores primitivos de QuarkXPress lembram-se bem das potencialidades da Library (ou Biblioteca). Esta é a mesma coisa, para melhor. Permite guardar todo o tipo de objectos ou página num ficheiro partilhável, que posso usar as vezes que entender, com updates automáticos, e que memoriza alterações feitas no documento.</li>
<li><strong>Swatches</strong> — Tal como o Illustrator, também no Indesign posso partilhar a minha biblioteca de cores, através da palete Swatch. Este ficheiro pode ser aberto, por exemplo, no Illustrator.</li>
<li><strong>InCopy Document</strong> — Este é o tal 9º formato que só o coloco nesta lista, porque o InCopy é o filho mais novo do Indesign, servindo de sofware de edição por parte dos jornalistas de uma redacção, em tempo real, permitindo uma alta produtividade que não seria possível de outra forma.</li>
</ol>
<h4>Formatos de exportação permitidos no Indesign (File &gt; Export)</h4>
<ul>
<li>Adobe Flash CS4 Pro (XFL)</li>
<li>Adobe Indesign Tagged Text</li>
<li>Adobe PDF</li>
<li>Encapsulated Postscript (EPS)</li>
<li>JPEG</li>
<li>RTF</li>
<li>SWF</li>
<li>Text Only</li>
<li>XML</li>
</ul>
<p>Não especifico aqui outro tipo de exportações, por serem muito particulares, como o caso da exportação de tags no Indesign.</p>
<p>Bons formatos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usar o formato Indesign Snippet</title>
		<link>http://www.incunabulo.com/2009/01/29/usar-o-formato-indesign-snippet/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 21:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>edraant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Preferências]]></category>
		<category><![CDATA[Snippet]]></category>
		<category><![CDATA[CS4]]></category>

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		<description><![CDATA[ Normalmente quando ensino esta função a primeira pergunta que surge é: ”para que é que eu quero os Snippets?”. Bom, uma das muitas razões para usá-los é permitir a colocação directa de um ou vários objectos de um documento de Indesign no mesmo ou em vários documentos de Indesign.
Quem usa Libraries, sabe bem da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p> <p><span class="drop_cap">N</span>ormalmente quando ensino esta função a primeira pergunta que surge é: <em>”para que é que eu quero os Snippets?”.</em> Bom, uma das muitas razões para usá-los é permitir a colocação directa de um ou vários objectos de um documento de Indesign no mesmo ou em vários documentos de Indesign.</p>
<p><span id="more-218"></span>Quem usa Libraries, sabe bem da vantagem de arrastar para qualquer lugar da página (ou mesmo posicionar no local exacto) um determinado objecto ou conjunto de objectos.</p>
<blockquote><p>O formato Snippet permite guardar as características do objecto. Permite enviar por mail. Permite estar disponível num servidor para uso de vários utilizadores.</p></blockquote>
<p>Tomemos como exemplo um objecto criado no Indesign. Seleccioná-lo e ir ao menu <strong>File &gt; Export</strong> (Cmd + E) e escolher o formato <strong>Indesign Snippet</strong> (extensão .idms).</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-264" title="snippet" src="http://incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/01/snippet.png" alt="snippet" width="334" height="285" /></p>
<p>O ícone (em mac) apresenta-se da seguite forma</p>
<p><img class="aligncenter frame size-full wp-image-266" title="my_snippet" src="http://incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/01/my_snippet.png" alt="my_snippet" width="152" height="127" /></p>
<p>A partir daí é usá-lo e abusá-lo usando o comando <strong>Place</strong>, (Cmd + D) no menu File.</p>
<p>Existe ainda um ou outro truque. Imediatamente antes de clicar na página para colocar o Snippet, carregue em ”Alt” (no mac) e o Snippet será colocado na posição original com que foi guardado.</p>
<p>Também é possível personalizar o que queremos quando importamos o Snippet. Nas <strong>Preferências</strong> (cmd + K), seleccionamos ”File handling’, e no campo ”Snippet import” seleccionamos se queremos que o Snippet seja importado para a sua posição original, ou apenas seja colocado quando clicamos com o cursor em qualquer local da página.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter frame size-full wp-image-269" title="preferences_snippet1" src="http://incunabulo.com/wp-content/uploads/2009/01/preferences_snippet1.png" alt="preferences_snippet1" width="447" height="368" /></p>
<p style="text-align: left;">Bons Snippets.</p>
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